O Povo da Tarde – CBN

O jornal “O Povo da Tarde”, da CBN, apresentado por Maísa Vasconcelos e Letícia Lopes, traz em sua edição de 29/01/2025 entrevista com a engenheira Glécia Vieira (ABCP Norte / Nordeste) sobre soluções para cidades capazes de mitigar os efeitos das mudanças climáticas, em especial as ondas de calor. Os destaques foram o pavimento intertravado e o pavimento permeável de concreto.

Assista à matéria:

 

Jornal da TV Thathi

O “Jornal da TV Thathi”, apresentado por Gabriela Leite diretamente dos estúdios da TV Thathi SBT em São José dos Campos-SP, traz em sua edição de 28/01/2025 matéria sobre o aumento das vendas do cimento em 2024, em relação a 2023, conforme relatório do SNIC. O presidente da ABCP e do SNIC foi entrevistado no programa.

Assista à matéria:

Concreto é solução usada por cidades para contribuir com conforto climático

Como uma das consequências das mudanças climáticas, as ondas de calor intenso enfrentadas por diversas cidades brasileiras têm desafiado os administradores públicos. Para mitigar o calor extremo e seus impactos no ambiente urbano, o pavimento intertravado com blocos de concreto tem ganhado espaço nas principais vias do Nordeste. A solução pode minimizar em até 4°C a temperatura do ambiente e reduzir em até 17°C a temperatura da superfície das vias.

Há quatro anos, Fortaleza foi vanguarda na disseminação da solução, tendo executado desde então mais de 300 quilômetros de pavimento intertravado. A ABCP tem participado ativamente na capacitação e apoio às diferentes frentes de pavimentação em concreto no Ceará e certificado a conformidade dos produtos com as normas brasileiras, por meio do Selo ABCP, que contribui para a melhoria da qualidade dos sistemas construtivos à base de cimento.

O Estado do Ceará, por meio da Secretaria de Obras Públicas (SOP), tem promovido a ampliação do uso do pavimento intertravado, priorizando essa tecnologia em áreas urbanas também como forma de moderar a velocidade de tráfego e facilitar a manutenção das vias.

Atualmente, o Estado já executou mais de 520.000 m² de pavimento intertravado em diversas rodovias estaduais, incluindo a CE-090, CE-010 e CE-060, além de incorporar a solução em projetos urbanos, como praças, estacionamentos, hospitais e universidades.

O município de Sobral é outro exemplo notório do uso do pavimento intertravado para reurbanização das ruas do centro e praças da cidade, além da pavimentação de vias nos bairros.

Os pisos intertravados, ou pavimentos de blocos de concreto, são uma alternativa eficiente para pavimentação e também vêm sendo usados em diversas cidades da Bahia, como Juazeiro, Vitória da Conquista e Salvador.

Em Pernambuco, a utilização da tecnologia foi consolidada na capital, Recife, por meio do programa Calçada Legal. Criada em 2017, a iniciativa requalifica vias urbanas com ações que incluem pavimentação, construção de rampas de acessibilidade, preservação de passeios históricos e paisagismo. A iniciativa conta com um aporte de 80 milhões de reais da Prefeitura do Recife, com a expectativa de reurbanizar um total de dez lotes, que abrangem 134 km de ruas e avenidas, além de 56.300 m² de largos.

Desde o início do programa, 77 km de vias já foram requalificados, além de 12 km de calçadas. As intervenções priorizam áreas com grande fluxo de pedestres ou ligações entre corredores de transporte público.

Como apoio técnico, a ABCP realizou treinamento para execução de calçadas e pavimento intertravado na URB-Empresa de Urbanização do Recife, com participação de 35 profissionais de empresas construtoras prestadoras de serviços e profissionais de projetos e fiscalização da URB e da Emlurb, consolidando a parceria com a Secretaria de infraestrutura da Prefeitura do Recife.

Outro destaque foi a realização da capacitação em calçadas e ciclovias de concreto para os profissionais da Secretaria de Infraestrutura da Prefeitura de João Pessoa, para a construção de 516.452 m2 de calçadas e de seis corredores de BRT em pavimento de concreto. As obras tiveram investimento de 400 milhões de reais do Programa Minha Rua Calçada.

Todas essas iniciativas reforçam a importância do trabalho desenvolvido pela ABCP para possibilitar a expansão do uso do pavimento intertravado em todo o país.

Aprece: soluções em concreto contribuem para conforto climático no Ceará

A Regional Norte Nordeste da ABCP participa, nos dias 28 e 29/01, no Centro de Eventos do Ceará, em Fortaleza, do Seminário Aprece Novos Gestores 2025, evento promovido pela Associação dos Municípios do Estado do Ceará (Aprece) que reúne diversas autoridades públicas do Estado para um amplo debate sobre políticas públicas. Segundo os organizadores, o objetivo é “criar um ambiente abrangente de acolhimento, capacitação, reflexão, discussão e troca de experiências, visando o desenvolvimento das competências essenciais para os gestores que estarão à frente dos municípios durante o quadriênio 2025-2028”.

O seminário inclui a realização da Feira Municipalista, que tem participação da ABCP por meio de dois estandes (96 e 97) e o destaque para a contribuição do pavimento intertravado com blocos de concreto na mitigação de alguns efeitos das mudanças climáticas, como a elevação da temperatura no meio urbano. A solução vem sendo aplicada com sucesso em diversas cidades cearenses.

 

Benefícios para as cidades

As ondas de calor intenso, consequência das mudanças climáticas, têm desafiado os administradores públicos de todo o país. No Ceará, um caminho foi a adoção do pavimento intertravado com blocos de concreto, cada vez mais presente nas ruas cearenses. A solução pode minimizar em até 4°C a temperatura do ambiente e reduzir em até 17°C a temperatura da superfície das vias. No Nordeste, a vanguarda na disseminação desta tecnologia coube a Fortaleza, há cerca de quatro anos. Desde então, foram executados mais de 300 quilômetros de pavimento intertravado. A solução pode ser conferida de perto no estande da ABCP durante a realização do seminário da Aprece.

A ABCP tem participado ativamente na capacitação e apoio às diferentes frentes de pavimentação em concreto no Ceará. O estado, por meio da Secretaria de Obras Públicas (SOP), tem promovido a ampliação no uso do pavimento intertravado, priorizando essa técnica em áreas urbanas também como forma de moderar a velocidade de tráfego e facilitar a manutenção das vias. Atualmente o Estado já executou mais de 520.000 m² de pavimento intertravado em diversas rodovias estaduais, incluindo a CE-090, CE-010 e CE-060, além de vias, praças, estacionamentos, hospitais e universidades.

 

Sobre o pavimento intertravado

Os pavimentos intertravados são compostos por peças pré-moldadas de concreto e constituem uma eficaz solução para uso em ruas, calçadas, calçadões e praças, sendo largamente difundida no Brasil – tanto na construção como na reconstrução e reabilitação desse tipo de instalação urbana. Terminais de carga em portos, aeroclubes e estradas vicinais também constituem locais recomendados a essa tecnologia.

SERVIÇO

Seminário da Associação dos Municípios do Ceará (Aprece) – Novos Gestores
Estande 96/97.

Data: 28 e 29 de janeiro de 20

Local: Centro de Eventos do Ceará – Fortaleza

Programação e inscrições: novosgestores.aprece.org.br

Setor prevê crescimento de 1% em 2025

O cenário econômico, marcado por incertezas fiscais do governo, inflação projetada acima do teto da meta, aliado com a trajetória de alta de juros, endividamento e inadimplência, indica que a taxa de crescimento do consumo de cimento será menor em 2025 do que foi em 2024.

A majoração da Selic deve ampliar a concorrência dos ativos financeiros frente aos ativos imobiliários. Ainda assim, a indústria brasileira do cimento espera crescer em torno de 1% este ano, influenciada em parte pelos avanços em projetos de infraestrutura e desenvolvimento urbano, principalmente nas áreas de habitação e saneamento.

No segmento habitacional, o sistema construtivo Parede de Concreto é uma solução para programas como o Minha Casa, Minha Vida (MCMV), por trazer como benefícios padronização e velocidade de construção – três vezes mais ágil do que o sistema convencional -, permitindo que as empresas o utilizem em projetos com prazos apertados e alta repetitividade. Caso se confirme a previsão de entrega, pelo MCMV, de 500 mil unidades em 2025, o consumo estimado de cimento será da ordem de 2,5 milhões de toneladas.

Em relação aos investimentos previstos em infraestrutura de transporte, vale lembrar que o Brasil possui aproximadamente 1,72 milhão de quilômetros de estradas e rodovias, o que representa a quarta maior malha viária do mundo. Por outro lado, há um dado que preocupa: somente 12,4% dela é pavimentada.

O Ministério dos Transportes apresentou diretrizes para alocação de recursos em contratos de concessão rodoviária que visam mitigar as emissões de gases do efeito estufa (GEE) e impulsionar a transição energética do setor. Entre outras medidas, a portaria MT 622/2024 estabelece que as concessionárias deverão adotar métodos construtivos e tecnologias com menores emissões de GEE.

O pavimento de concreto vai justamente ao encontro dessa portaria. É uma solução mais econômica, com longa durabilidade, sustentável – por ser altamente engajada com a diminuição das emissões – e reduz o consumo de combustível e pneus. Além disso, contribui para reduzir as ilhas de calor e ampliar a luminosidade das rodovias.

No que tange às soluções para as cidades, o setor segue apoiando os municípios brasileiros com sistemas construtivos que atendam às necessidades locais por infraestrutura e tragam melhorias a favor da mobilidade urbana, saneamento, espaços públicos e habitação.

O setor de saneamento prevê a retomada de concessões e a expectativa é de que novos projetos para 2025 possam acrescentar mais 72,4 bilhões de reais em investimentos. Com isso, as projeções do SNIC (Sindicato Nacional da Indústria do Cimento) apontam para um crescimento da demanda do insumo.

A expectativa em 2025 é de alta, desde que se efetivem programas com ênfase na habitação, no saneamento e na logística.

Vendas de cimento fecham 2024 em alta

As vendas de cimento em dezembro somaram 4,7 milhões de toneladas, um crescimento de 2,8% em relação ao mesmo mês de 2023, de acordo com o Sindicato Nacional da Indústria de Cimento (SNIC). Com esse resultado, o setor termina o ano de 2024, com um total de 64,7 milhões de toneladas de cimento vendidas, um aumento de 3,9%, ou seja, 2,4 milhões de toneladas a mais sobre o ano anterior. 

Vendas de cimento fecham 2024 em alta

As vendas de cimento em dezembro somaram 4,7 milhões de toneladas, um crescimento de 2,8% em relação ao mesmo mês de 2023, de acordo com o Sindicato Nacional da Indústria de Cimento (SNIC). Com esse resultado, o setor termina o ano de 2024 com um total de 64,7 milhões de toneladas de cimento vendidas, um aumento de 3,9%, ou seja, 2,4 milhões de toneladas a mais sobre o ano anterior.

A atividade voltou a crescer após registrar quedas anuais consecutivas, -2,8% em 2022 e -0,89%, em 2023. O resultado recupera as perdas dos últimos dois anos, mas ainda longe do consumo recorde de 2014, de 73 milhões de toneladas.

O desempenho positivo é atribuído à melhora contínua do mercado de trabalho e renda da população, com a massa salarial atingindo o recorde da série histórica. Além disso, o mercado imobiliário, importante indutor no consumo de cimento, seguiu em expansão a partir do segundo trimestre, puxado pela retomada das obras do programa Minha Casa, Minha Vida. No acumulado até setembro, as unidades enquadradas no programa cresceram 58,7% nos lançamentos e 43,6% nas vendas de imóveis no País.

No entanto, apesar da demanda aquecida da construção civil, o setor enfrentou desafios significativos, com aumento nos custos com mão de obra aliado às taxas de juros, endividamento e inadimplência em níveis elevados.

A escassez de mão de obra e o alto custo de contratação já tem elevado salários, pressionando a inflação, com reflexos nos preços dos imóveis e na alta do Índice Nacional de Custo da Construção – INCC.

Já o ciclo de alta da Selic iniciado em setembro acirrou a competição entre os ativos financeiros e os imobiliários, além de tornar o financiamento mais oneroso para o tomador de empréstimo, impactando diretamente o mercado.

As mudanças no financiamento habitacional dificultaram também os novos empréstimos. Os recursos disponíveis para financiamento pelo Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo, cada vez mais restritos, reforçaram a necessidade de buscar outras formas de funding para o crédito imobiliário, que possam atender à crescente demanda por habitação.

Apesar da recuperação do mercado de trabalho com a redução do desemprego e a alta nos salários, o endividamento da população permaneceu alto durante o ano, atingindo 47,98% em setembro. A inadimplência chegou no recorde da série histórica em outubro, com 73,1 milhões de indivíduos inadimplentes. A nova mudança no perfil de consumo da população, com a incorporação das apostas on-line, impactaram o orçamento das famílias e o consumo de cimento.

As condições climáticas extremas enfrentadas ao longo do ano, com temperaturas e chuvas acima da média, como a tragédia ambiental no Rio Grande do Sul e seca em algumas regiões do país, refletiram na comercialização do cimento e comprometeram os cronogramas das obras.

Os baixos investimentos em infraestrutura também impactaram o setor. O PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) até o momento não tomou a velocidade necessária e já sofreu cortes.

Para reverter esse cenário é imprescindível ampliar os investimentos na construção civil e incluir o pavimento de concreto como opção nas licitações de ruas e rodovias, por ser um método construtivo de maior durabilidade, mais econômico, oferecer mais conforto e segurança para os usuários e ainda exercer menor impacto ambiental.

No cenário externo, a escalada do dólar gera incertezas para os próximos meses, provocando inflação e colocando pressão nos juros. No setor de cimento, o câmbio elevado traz uma preocupação com relação ao aumento dos custos de produção, principalmente do coque de petróleo, matéria-prima essencial na geração de energia no processo produtivo.

Para minimizar os impactos ambientais e a pressão nos preços do insumo, o uso de combustíveis alternativos nunca foi tão necessário. A atividade responsável pela transição energética substitui o combustível fóssil por resíduo industrial, comercial, doméstico e biomassas.

Dados do relatório “Panorama do Coprocessamento 2024″, recém publicado pela ABCP, mostram que a cadeia cimenteira brasileira coprocessou cerca de 3,25 milhões de toneladas de resíduos em 2023, a maior marca da série histórica. Segundo o documento, nesse mesmo ano a tecnologia evitou a emissão de aproximadamente 3,4 milhões de toneladas de dióxido de carbono (CO₂) na atmosfera em relação aos métodos mais tradicionais de produção, que envolvem o uso do coque de petróleo como combustível.

Atualmente, 32% da matriz energética do setor é composta por fontes renováveis e mais limpas. Resíduos domésticos pós-triagem continuam sendo a principal alavanca de crescimento e deverá representar quase 55% da energia do setor até 2050.

A matriz energética atual está dividida em 68% de fósseis, 18% de biomassas (cavaco, licuri, babaçu, caroço do açaí, carvão vegetal, entre outros) e 14% de resíduos (pneus inservíveis, perigosos e urbano).

Diante desse cenário, a produção de CDRU (Combustível Derivado de Resíduos Urbanos), com destinação para o uso em fornos das cimenteiras, representa uma grande oportunidade para o setor e para a sociedade como um todo. Com a substituição do coque de petróleo pelo CDRU, é possível reduzir significativamente as emissões de carbono, contribuindo para a mitigação dos impactos das mudanças climáticas. Além disso, o coprocessamento de novas fontes energéticas e renováveis nas fábricas de cimento ajuda a diminuir a quantidade de resíduos dispostos em aterros sanitários, evitando passivos ambientais e problemas de saúde pública, além de alongar a vida útil dessas estruturas.

A partir de uma forte atuação regional, a indústria do cimento está acelerando cada vez mais o desenvolvimento de CDRU no Brasil para fins de coprocessamento, seguindo como diretriz o Roadmap Tecnológico, buscando o aumento de recicláveis, encerramento dos lixões e redução da disposição em aterros.

Ainda na agenda ambiental, a indústria brasileira do cimento esteve à frente dos debates do Plano Clima como uma das referências globais pela baixa emissão no seu processo produtivo, fruto de investimentos, majoritariamente ao longo das últimas duas décadas, em matérias-primas (adições) e combustíveis alternativos, bem como na melhoria da sua eficiência energética. Vale destacar que o setor, que é carbono-intensivo e o primeiro no país a ter um Roadmap de Descarbonização, está atualizando suas bases para um Roadmap Net Zero 2050.

O setor está trabalhando junto com o governo na elaboração de metas setoriais (Plano Clima), contemplando tanto a descarbonização industrial quanto o crescimento econômico do setor para atender à demanda de infraestrutura e habitação, essenciais para o desenvolvimento socioeconômico do país. O Plano Clima será concluído e divulgado pelo Governo em 2025, ano da COP30 no Brasil.

Outro avanço do ano foi a aprovação no Congresso Nacional da legislação que cria o mercado de carbono no Brasil. O Sistema Brasileiro de Comércio de Emissões (SBCE) contou com ativa participação da indústria brasileira do cimento. Pontos fundamentais para o setor produtivo foram incorporados, como: o modelo cap and trade, seguindo as melhores práticas internacionais e os princípios de proporcionalidade, gradualidade, medição, compatibilidade, compensações e reciclagem de receitas.

Prevalecem, entretanto, dois pontos de melhoria defendidos pelo setor industrial e que não foram plenamente atendidos. O primeiro deles é o de governança com os setores regulados integrando instância apenas consultiva (Comitê Consultivo) e concentrando todas as deliberações no Governo (Comitê Deliberativo). Além disso, as multas e penalidades atreladas ao faturamento da empresa (limitado a até 3%) podem gerar distorções preocupantes, uma vez que não há, tecnicamente falando, correlação entre emissões de GEE e faturamento.

A Nova Indústria Brasil (NIB) foi lançada em 2024 pelo governo com missões específicas voltadas à neoindustrialização do país. Uma delas, a Missão 5, contempla Descarbonização, Transição Energética e Bioeconomia. Nesse sentido, a inclusão do setor de cimento com destaque na Missão 5 representa marco fundamental para o fortalecimento da integração entre o desenvolvimento socioeconômico e a redução das emissões de gases de efeito estufa (GEE).

No entanto, o êxito da descarbonização, como acontece nas principais economias do mundo, se dará a partir da conjugação de esforços entre o setor industrial, o governo, a academia e a sociedade.

66º Congresso Brasileiro do Concreto

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DATA

28 a 31/10

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LOCAL

Curitiba – PR

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MAIS INFORMAÇÕES

Site para inscrição: https://site.ibracon.org.br/event/66cbc2025/

 

SOBRE O EVENTO

Promovido pelo Ibracon (Instituto Brasileiro do Concreto), o evento reúne profissionais e estudantes do Brasil e do exterior para conhecer e debater pesquisas científicas, inovações, normas técnicas, publicações, produtos e serviços relacionados ao uso do concreto. O encontro destaca temas como sustentabilidade, durabilidade das estruturas, sistemas construtivos e inovações científicas e tecnológicas no setor. Em 2025, o tema central será “Concreto: O Material do Passado, do Presente e do Futuro”, mostrando a relevância do material, que transcende épocas.