ABCP e PAVI+ mostram benefícios do pavimento de concreto no Enacor

Terminou nesta quinta-feira, 30/10, em Belo Horizonte, a 27ª edição do Enacor (Encontro Nacional de Conservação Rodoviária), considerado um dos principais fóruns de discussão sobre o setor rodoviário na América Latina. O evento é focado em infraestrutura viária e reúne profissionais, pesquisadores, representantes de órgãos públicos, empresas de pavimentação e concessionárias de rodovias atuantes em todo o país para debater avanços, tendências e inovações em pavimentação, manutenção e gestão de rodovias. 

Realizado em conjunto com a 50ª RAPv e a 6ª Expo Enacor Rapv, o 27º Enacor contou com a participação de diversas entidades públicas e privadas, e com o apoio institucional do Departamento Nacional de Infraestrutura Terrestre (DNIT), do Governo de Minas Gerais, representado pelo governador Romeu Zema e pelo DER-MG, e de várias empresas do setor.

A ABCP e o SNIC estiveram representadas pelo presidente Paulo Camillo Penna e pelos gerentes regionais da ABCP Lincoln Raydan (Minas Gerais) e Ricardo Moschetti (São Paulo). A ABCP também participou da 6ª Expo Enacor Rapv com um estande da PAVI+, comunidade que reúne profissionais, empresas e pesquisadores voltados ao pavimento de concreto, sistema construtivo que tem ampliado significativamente sua presença na malha rodoviária nacional e também no meio urbano.

Presença no 66º Congresso Brasileiro do Concreto

Teve início nesta terça-feira, 28/10, em Curitiba, a 66ª edição do Congresso Brasileiro do Concreto –  CBC 2025, que se estende até o dia 31/10 com o tema “Concreto: o material do passado, do presente e do futuro”. O presidente da ABCP e do SNIC, Paulo Camillo Penna, participou da abertura do evento, ao lado de outras lideranças do setor, destacando o compromisso da indústria brasileira do cimento com “a construção de soluções concretas para um futuro de baixo carbono”.

Paulo Camillo lembrou aos presentes do pioneirismo da indústria nacional, que há décadas vem trilhando uma trajetória de responsabilidade ambiental, social e econômica, sempre voltada ao uso racional de recursos e à descarbonização. Mais do que isso, elencou as inúmeras ações atuais do setor, tanto institucionais como mercadológicas, para que toda a cadeia produtiva ligada ao cimento alcance a neutralidade de carbono e o país dirija seus investimentos em habitação e em infraestrutura em sistemas construtivos sustentáveis e duráveis, como são os empregados atualmente nos programas habitacionais públicos e, cada vez mais, no setor rodoviário, com o pavimento de concreto.

O congresso promovido pelo Ibracon (Instituto Brasileiro do Concreto) é um dos mais relevantes fóruns técnicos do setor no país, reunindo especialistas, pesquisadores e representantes da indústria para o compartilhamento de conhecimentos, avanços tecnológicos e diretrizes que contribuem para o desenvolvimento sustentável e a evolução das soluções construtivas em concreto. A atuação institucional da ABCP no tema ambiental tem sido estratégica para o fortalecimento da cadeia produtiva do cimento e do concreto no Brasil e a presença da Presidência no principal evento técnico do concreto reforça o compromisso da indústria com a qualidade, a inovação e a integração entre os elos da cadeia produtiva, promovendo uma visão coesa do setor.

Fábricas de cimento brasileiras investem para diminuir a emissão de CO2

O Jornal Nacional, da Rede Globo, veiculou nesta quinta-feira, 23/10, reportagem sobre a iniciativa e principais ações da indústria brasileira do cimento de buscar a descarbonização da cadeia produtiva.

"Historicamente, a indústria do cimento é um dos setores mais poluentes. Mas no Brasil, para sair dessa posição desconfortável, os fabricantes têm feito investimentos e mudado procedimentos", diz a apresentadora Renata Vasconcellos na abertura da matéria.

"As obrigações ambientais viraram metas do setor, que quer atingir, até 2050, a chamada neutralidade nas emissões de carbono", completa a chamada.

Assista à reportagem completa:

Manual de Pavimento Urbano – Execução do concreto moldado in loco

Esta publicação tem o objetivo de orientar sobre a maneira mais adequada e conveniente de executar o pavimento de concreto nas vias urbanas, compilando as diferentes técnicas, procedimentos e experiências sobre o assunto.

 

COP30 e o papel estratégico da indústria brasileira do cimento

Após lançar, de forma pioneira, o maior e mais ambicioso roteiro de descarbonização da indústria de base do Brasil, a indústria brasileira do cimento está atualizando sua trajetória de mitigação, por meio do Roadmap Net Zero, que será lançado durante a COP30. A iniciativa foi escolhida entre os 140 painéis que irão compor o Pavilhão Brasil, dos mais de 1250 projetos submetidos para avaliação do Ministério do Meio Ambiente.

O novo roadmap terá como foco não apenas as emissões do processo produtivo, mas também o ciclo de vida completo do cimento, incluindo seu uso na cadeia da construção civil, e as potencialidades das remoções florestais e soluções baseadas na natureza (SbN). A meta é clara: atingir a neutralidade de carbono até 2050.

Em um cenário global onde a sustentabilidade se tornou premissa para o desenvolvimento, a indústria nacional demonstra que é possível conciliar crescimento econômico, responsabilidade ambiental e inclusão social. Segundo dados da Associação Global de Cimento e Concreto (GCCA, em inglês) — o maior e mais completo banco de dados de indicadores ambientais e de CO2 do setor industrial no mundo —, a produção de uma tonelada de cimento no planeta gera, em média, 600 kg de CO2.

O Brasil, no entanto, se destaca por estar entre os países com menor intensidade de carbono no setor, com 580 kg de CO2 por tonelada, resultado direto de décadas de investimento em inovação, eficiência energética, uso de energias renováveis e de matérias-primas e combustíveis alternativos. Essa liderança é fruto de uma estratégia consolidada que aposta na economia circular e na redução do impacto ambiental da produção de cimento.

A indústria brasileira do cimento é pioneira no uso de adições e subprodutos de outras cadeias produtivas, alcançando os maiores percentuais de substituição de clínquer (componente principal do cimento) do mundo. Além disso, dobrou sua participação no uso de combustíveis alternativos nos últimos 15 anos, superando 30% da matriz energética e ficando atrás apenas da União Europeia.

Biomassas como casca de arroz, caroço de açaí, cavaco de madeira e resíduos urbanos e industriais são hoje fontes significativas de energia no setor, substituindo combustíveis fósseis como o coque de petróleo. Esses avanços anteciparam em cinco anos metas previamente estabelecidas e demonstram um compromisso real com a sustentabilidade.

Esse compromisso está alinhado às diretrizes do Plano Clima, instrumento da Política Nacional sobre Mudança do Clima (PNMC), com metas até 2035. A indústria está trabalhando em estreita colaboração com o governo federal para definir metas setoriais que combinem a descarbonização com o crescimento econômico.

Nova turma do curso Laboratorista de Artefatos de Cimento reforça a qualificação técnica no setor

A ABCP anuncia mais uma edição do curso Laboratorista de Artefatos de Cimento, que será realizada nos dias 21 e 22 de outubro de 2025, em formato on-line e ao vivo. A capacitação, com carga horária de 6 horas e aulas das 18h às 21h, será conduzida pelo engenheiro Idário Fernandes, especialista com ampla experiência em controle de qualidade e processos produtivos na indústria de artefatos de concreto.

Parte integrante de seu DNA, a ABCP desenvolve há anos um trabalho contínuo de qualificação e aprimoramento do setor de artefatos de concreto, promovendo a multiplicação de boas práticas, que vão desde a recepção dos insumos até a gestão completa das fábricas. Essa atuação tem sido fundamental para elevar o padrão técnico e reduzir a informalidade no segmento, contribuindo para a profissionalização e a valorização dos fornecedores de artefatos de concreto.

O curso de Laboratorista de Artefatos de Cimento é parte essencial desse movimento, voltado à formação de profissionais capacitados para garantir a qualidade e o desempenho dos produtos. O curso tem como objetivo principal preparar laboratoristas e técnicos responsáveis pelo controle de qualidade em fábricas de blocos, pavers, tubos e telhas de concreto. O conteúdo oferece uma base sólida de conhecimento, que auxilia na redução de custos, otimização de processos e atendimento às normas técnicas específicas de cada produto.

Conteúdo programático

Os participantes aprenderão a realizar testes para avaliar a qualidade dos artefatos quanto a: permeabilidade, compactação, efeito casca de laranja, absorção e correlação peso/massa. O curso também explora aspectos fundamentais sobre insumos (cimento, agregados, aditivos e adições), parâmetros de produção (dosagem de traços, curvas de umidade e densidade), estruturação do laboratório (equipamentos, procedimentos e formulários) e o estudo das normas NBR 6136 e NBR 12118, essenciais para garantir a qualidade dos artefatos de cimento.

Outros cursos para o setor de artefatos

Profissionais do segmento também podem se interessar por outros cursos previstos na grade da ABCP para 2025:

  • 03 a 07/11 – Intensivo de Tecnologia Básica do Concreto – Online
  • 11 e 12/11 – Métodos de Dosagem – Presencial, em São Paulo
  • 18 e 19/11 – Instalação e Operação de Fábrica de Artefatos de Cimento – Online
  • 25 e 26/11 – Drenagem Urbana com Pavimentos Permeáveis: Como Projetar, Executar e Manter – Online

Informações do curso

Curso: Laboratorista de Artefatos de Cimento
Datas: 21 e 22 de outubro de 2025
Horário: das 18h às 21h
Local: ABCP Online
Formato: curso on-line e ao vivo, com interação direta com o instrutor
Carga horária: 6 horas
Inscrições até: 20/10/2025

Investimento:

  • Professores, Associadas BlocoBrasil, Cimenteiras, Sinaprocim, Estudantes e Aposentados: R$ 400,00
  • Profissionais: R$ 530,00

Para se inscrever, acesse o link cursos.abcp.org.br/cursos/laboratorista-de-artefatos-de-cimento-outubro ou entre em contato pelo WhatsApp: (11) 99540-6028.

 

Manaus recebe workshop do PDE com foco em inovação, mercado e tecnologia

A ABCP, em parceria com o Mundo Concreto, está com inscrições abertas para o workshop “Impulsionando a indústria de artefatos no Brasil: inovação, mercado e tecnologia”, voltado para profissionais da construção civil. O evento acontece no dia 16 de outubro, das 18h30 às 21h30, no Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Amazonas (CREA-AM), em Manaus.

O workshop tem como tema principal o impulsionamento da indústria de artefatos de concreto no Brasil através da inovação, tecnologia e mercado. O encontro contará com a presença de Glécia Vieira e Eduardo D’Ávila (ABCP), Filipe Honorato (Mundo Concreto) e Frederico Denardi (Grupo Denardi). Os especialistas discutirão os desafios atuais da indústria em um mundo em constante mudança, com foco nas inovações e nos desafios do setor de artefatos no Brasil.

 

Programa de Desenvolvimento Empresarial

O workshop faz parte do PDE (Programa de Desenvolvimento Empresarial), da ABCP, em parceria com o Sindicato Nacional da Indústria do Cimento (SNIC) e o Mundo Concreto. Desde 2010, o PDE desenvolve o setor da indústria de artefatos de concreto, pré-fabricados e acabamento, visando ampliar a utilização eficiente do cimento como insumo, promover a industrialização e a qualidade dos produtos e processos, estimulando a melhoria na gestão, a inovação e a sustentabilidade. Assim, ampliando os negócios e a melhoria na competitividade das empresas.

O programa já atendeu 600 fábricas, em 196 municípios e realizou 15 missões nacionais e 11 internacionais envolvendo a cadeia produtiva de artefatos e concreto. O PDE proporciona uma visão de 360 graus da indústria, abordando os principais fatores, como gerenciamento de rotina, finanças, marketing, vendas, modelos de negócios e atingimento de metas, que são focos empresariais essenciais.

 

Serviço

Workshop – Impulsionando a indústria de artefatos no Brasil: inovação, mercado e tecnologia

Horário: das 18h30 às 21h30

Endereço: R. Costa Azevedo, 174 – Centro, Manaus – AM

Faça sua inscrição aqui.

 

Informações para Imprensa

Daniela Nogueira – (11) 96606-4960 – daniela.nogueira@fsb.com.br

Krishma Carreira – (11)  99467-8080 – krishma.carreira@fsb.com.br

Workshop em Fortaleza discute inovação e o futuro da indústria de artefatos de concreto

A ABCP, em parceria com o Mundo Concreto, realiza nesta manhã de terça-feira, 14/10, em Fortaleza, o workshop “Impulsionando a indústria de artefatos no Brasil: inovação, mercado e tecnologia”, voltado para profissionais e empreendedores do setor e construtores. O evento acontece na FIEC (Federação das Indústrias do Estado do Ceará) e aborda o impulsionamento da indústria de artefatos de concreto no Brasil por meio da inovação, tecnologia e mercado.

Participam como palestrantes Glécia Vieira e Eduardo D’Ávila (ABCP), Marcelo Cabral (Mundo Concreto) e Frederico Denardi (Grupo Denardi), que compartilham suas experiências sobre novas tecnologias, processos construtivos, tendências de mercado, desempenho, casos de sucesso e gestão estratégica no setor.

 

Programa de Desenvolvimento Empresarial

O workshop faz parte do PDE (Programa de Desenvolvimento Empresarial), da ABCP, em parceria com o Sindicato Nacional da Indústria do Cimento (SNIC) e o Mundo Concreto. Desde 2010, o PDE desenvolve o setor da indústria de artefatos de concreto, pré-fabricados e acabamentos visando ampliar a utilização eficiente do cimento como insumo, promover a industrialização e a qualidade dos produtos e processos, estimulando a melhoria na gestão, a inovação e a sustentabilidade. Assim, ampliando os negócios e melhorando a competitividade das empresas.

O programa já atendeu 600 fábricas, em 196 municípios e realizou 15 missões nacionais e 11 internacionais envolvendo a cadeia produtiva de artefatos e concreto. O PDE proporciona uma visão de 360 graus da indústria, abordando os principais fatores, como gerenciamento de rotina, finanças, marketing, vendas, modelos de negócios e atingimento de metas, que são focos empresariais essenciais.

Serviço

Workshop – Impulsionando a indústria de artefatos no Brasil: inovação, mercado e tecnologia

Horário: das 9h às 12h

Endereço:  Av. Barão de Studart, 1980 – Aldeota, Fortaleza – CE – Salão Aberto

Informações para Imprensa

Daniela Nogueira – (11) 96606-4960 – daniela.nogueira@fsb.com.br

Krishma Carreira – (11)  99467-8080 – krishma.carreira@fsb.com.br

Vendas de cimento têm alta em setembro

A indústria brasileira de cimento encerrou o terceiro trimestre de 2025 registrando uma comercialização de 6,1 milhões de toneladas em setembro, uma alta de 4,6% em relação ao mesmo mês de 2024. No acumulado do ano (janeiro a setembro), os números foram positivos, alcançando 50,3 milhões de toneladas, aumento de 3,0% comparado a igual período do ano passado.

A venda por dia útil, um indicador-chave de performance, registrou 252,8 mil toneladas, uma queda de 1,9% ante setembro de 2024, porém no acumulado dos nove primeiros meses verifica-se uma alta de 3,7%.

O resultado do setor foi marcado pela dualidade entre o mercado de trabalho ainda aquecido e o impacto de juros altos, inadimplência e endividamento elevados.

A taxa de desemprego atingiu o menor patamar (5,6% no trimestre encerrado em agosto), com recorde nas séries históricas da população ocupada, empregos formais e massa salarial (alta de 1,4%).

A confiança do consumidor atingiu o maior nível desde dezembro/24, impulsionada pelo emprego e pelo arrefecimento da inflação. No entanto, o aumento da informalidade e os altos patamares de endividamento (48,57% em julho/25) e inadimplência (78,2 milhões de indivíduos, ou 47,93% dos brasileiros) representam um limitador para a demanda, disputando a renda das famílias — inclusive com a crescente popularidade das bets.

O impacto da incerteza macroeconômica é sentido na construção, que ficou mais pessimista no terceiro trimestre, determinada pela queda de confiança nos segmentos de Preparação de Terrenos e Obras de Acabamento e pela menor demanda na contratação de serviços.

A Selic elevada intensifica a concorrência dos ativos financeiros frente aos ativos imobiliários. Essa restrição de crédito se reflete na atividade do setor da construção: os lançamentos caíram 6,8% no segundo trimestre do ano, com a retração ainda mais acentuada no programa Minha Casa, Minha Vida (MCMV), que registrou queda de 15,5% no mesmo período. Como resultado direto, o número de unidades financiadas pelo SBPE para construção caiu 55,4% no acumulado até agosto/25 em relação a 2024.

A retração também se manifesta nas vendas de materiais, que tiveram queda em agosto/25 e na revisão da projeção de crescimento para o fechamento do ano de 2,8% para 1,8%. O ajuste é reflexo da manutenção dos juros básicos da economia (Selic em 15%) em patamares elevados, o que impacta o varejo e as obras de reforma e autoconstrução. As expectativas de inflação para o ano reforçam a necessidade de manter a Selic em nível restritivo, limitando o impulso da economia e, consequentemente, as perspectivas de demanda.

A desaceleração da atividade econômica no segundo semestre também foi evidenciada na confiança da indústria, que ficou estável em setembro, após três meses de piora.

Diante deste cenário de incerteza, a indústria do cimento permanece focada em alavancar a demanda via habitação e infraestrutura. A projeção atual, no cenário de referência, aponta para um crescimento do consumo do produto de 2,0% no ano de 2025.

Na esfera da habitação, há uma expectativa de que a expansão e atualização das faixas de renda do MCMV elevem a meta do governo, estimada em 2 milhões de unidades entre 2023 e 2026. Essa projeção deve incrementar o consumo de cimento entre 2,5 e 3 milhões de toneladas por ano no período, avanço fundamental para mitigar o déficit habitacional de 6 milhões de unidades.

Adicionalmente, o novo modelo de crédito imobiliário e o programa de reforma de moradias do governo deverá injetar ao menos R$ 20 bilhões no mercado imobiliário, visando sustentar o crescimento dos financiamentos em um cenário de escassez de funding da caderneta de poupança.

Em referência à infraestrutura, o saneamento continua atraindo investimentos. Na frente de rodovias, o pavimento de concreto segue avançando como solução de maior durabilidade, mais sustentável e alinhada com as diretrizes de descarbonização do Ministério dos Transportes.

O Brasil, dono da quarta maior malha rodoviária do mundo, tem apenas 12,4% dessas vias pavimentadas, ressaltando a urgência do investimento em soluções de qualidade superior. Ademais, estados brasileiros como Paraná, Santa Catarina, Goiás e o Distrito Federal têm se notabilizado por fortes investimentos em pavimentação com uso de concreto. Essa solução tem sido replicada nas ruas e avenidas de cerca de 200 municípios brasileiros, destacando atributos como redução das ilhas de calor e maior luminosidade, entre outros.