ABCP LAB alia tradição e inovação tecnológica

Referência técnica há mais de 80 anos para as cadeias de valor do cimento e produtiva da construção civil, os Laboratórios da Associação – ABCP LAB, como é conhecido – encerram 2023 com o profundo reconhecimento de empresas fabricantes e fornecedores de insumos, por terem contado ao longo do ano com resultados da mais alta qualidade de estudos, pesquisas e ensaios por eles contratados, que foram obtidos por intermédio de equipamentos de última geração, operados por profissionais de excelência e dentro dos prazos estabelecidos.

O ABCP LAB realiza mais de 600 diferentes ensaios, seja por normas nacionais como estrangeiras, recebendo anualmente da cadeia da construção mais de 10 mil amostras e emitindo aproximadamente 9 mil relatórios técnicos.

Todas essas atividades contam com um time de experientes especialistas e o indispensável suporte do Laboratório da ABCP, que começou a funcionar em 1940 e hoje é um dos mais modernos e renomados do país na área de construção civil, prestando serviços a empresas de todo o setor. Para isso, ele conta com laboratórios de Cimento e Argamassas, Concretos, Metrologia, Mineralogia, Química e Meio Ambiente.

A história do ABCP Lab coleciona trabalhos pioneiros em química, mineralogia e estudos do cimento e do concreto. Ele é referência no Programa Setorial de Qualidade do PBQP-H para argamassas colantes e coordena o Selo da Qualidade ABCP para cimento e blocos de concreto. Para garantir a qualidade de seus serviços, integra a Rede Brasileira de Laboratórios de Ensaios e a Rede Brasileira de Calibração, possuindo Certificações ISO 9001 e Inmetro.

Há três anos sedia o hubIC, o primeiro e único hub do país focado em inovação hard tech e construção digital, fruto do acordo de cooperação técnica da ABCP/SNIC com a Universidade de São Paulo (USP), por meio da Escola Politécnica (Poli).  Desde então, para atender aos projetos de pesquisa e inovação de interesse dos parceiros, o Laboratório da ABCP passou por uma grande transformação, visando a incorporação de uma impressora 3D e espaço de coworking.

Em 2024, o ABCP Lab seguirá inovando para apresentar respostas confiáveis para qualquer desafio na área de construção em concreto, atendendo desde empresas fabricantes e fornecedores de insumos até consumidores.

Setor avança na qualificação de profissionais na construção

A escassez de mão de obra qualificada tem sido um dos principais desafios enfrentados pela construção civil e neste ano não foi diferente. Em um dos setores que mais gera emprego no Brasil, a crescente demanda imobiliária e de infraestrutura, em especial com a retomada do Programa Minha Casa, Minha Vida (MCMV) que vai reaquecer o segmento da construção popular, assim como a ação sobre as obras paralisadas englobadas pelo novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), abrem novas possibilidades para atrair e reter talentos.

Com o objetivo de capacitar e oferecer aperfeiçoamento profissional, em 2023, a ABCP, reconhecida nacional e internacionalmente como centro de referência em tecnologia do cimento e do concreto, seguiu comprometida em promover conhecimento sobre o produto e suas aplicações, por meio de cursos, treinamentos e palestras, contribuindo assim com o desenvolvimento da indústria da construção civil.  Uma atuação que acontece anualmente não só com empresas e seus profissionais, mas também com os estudantes, técnicos e universitários, do setor.

Segundo recente estudo realizado pela Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) 89% das construtoras estão com dificuldade em encontrar profissionais especializados e a maioria delas – cerca de 43% -, preferem que a qualificação seja com aulas práticas e teóricas – se possível no próprio canteiro de obras – ministradas por escolas contratadas. Além disso cerca de 73% das empresas fazem questão de custear a capacitação de seus colaboradores.

Na última década, a atividade de informação e capacitação técnica da Associação alcançou cerca de 31 mil profissionais da cadeia produtiva da construção.

Somente em 2023, a ABCP promoveu perto de 124 cursos entre on-line e presenciais, sobre 32 temas diferentes, que beneficiou mais de 3.300 profissionais. Desses cursos, 23 deles foram autossustentáveis e englobaram um total de 500 profissionais de diferentes níveis da construção civil e de todas as regiões do Brasil.

Entre os cursos ofertados estão os já tradicionais “Tecnologia Básica do Concreto”, “Laborista de Artefatos de Cimento”, “Operação de Fábricas de Artefatos de Cimento”, “Tecnologia do Concreto Aplicada a Pisos Industriais” entre outros. Além disso, como acontece todo ano, foram incorporados novos temas à grade de cursos como, por exemplo, “Coprocessamento: Abordagem técnica econômica para atingimento das metas”

O Projeto Universidades seguiu atendendo renomadas instituições de ensino superior, com cursos e palestras online e presenciais (em 2023 foram 12 cursos e 27 palestras). Para citar uma delas, a Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Presbiteriana Mackenzie, FAUMack, em São Paulo, promoveu em outubro último a 12ª edição do curso de extensão “Arquitetura & Construção: Materiais, Produtos e Aplicações”, um curso que a ABCP ajudou a criar há 12 anos atrás e que, pela excelência, passou a integrar a grade curricular da referida instituição de ensino. Some-se a essa atuação as inúmeras outras realizadas por profissionais dos escritórios e representantes regionais da ABCP em quatro diferentes Estados da Federação.

Para 2024, a ABCP ampliará ainda mais a abrangência de temas e parcerias que atendam casa vez mais as novidades e soluções que estão surgindo e sendo aplicadas pela cadeia produtiva da construção.

ABCP celebra 87 anos de excelência em tecnologia sobre produção e aplicação do cimento

No dia 5 de dezembro de 2023, a Associação Brasileira de Cimento Portland (ABCP) celebra 87 anos de fundação. Desde 1936 a associação segue na vanguarda, liderando debates, pesquisas, ensaios e estudos sobre o cimento e tendo se tornado referência nacional e internacional de excelência em tecnologia referente ao cimento e seus sistemas construtivos. 

A ABCP foi protagonista de marcos históricos ao longo de quase 100 anos de produção do cimento no país. Acompanhou a expansão da atividade com a expansão urbana e verticalização das cidades, até passar a figurar entre as 10 maiores produtoras mundiais, com uma capacidade instalada de 94 milhões de toneladas/ano. 

Além de ressaltar essa relevância global, a indústria brasileira do cimento é responsável por mais de 80 mil empregos, receita de R$ 23 bilhões ao ano, arrecadação líquida anual de R$ 3,6 bilhões em tributos e desempenha um importante papel com respeito à sustentabilidade, principalmente no que tange à questão da substituição de combustíveis fósseis por fontes alternativas. 

A atividade de coprocessamento responsável pela transição energética em nossa cadeia produtiva alcançou 30% de participação na matriz energética – antecipando a meta prevista para 2026. Já são 25,813 milhões de toneladas de resíduos coprocessados nos fornos de cimento de 1999 a 2022, ou seja, uma nova destinação aos resíduos, que deixam de ir para aterros e são transformados em energia ou substituem matérias-primas utilizadas pela indústria do cimento, preservando os recursos naturais em linha com a circularidade. 

Com o coprocessamento, o setor mantém seu compromisso e segue atuando na redução das emissões de CO2, com o uso de diversos tipos de resíduos em substituição ao coque de petróleo, combustível fóssil mais utilizado no processo de fabricação de cimento. 

Na agenda de sustentabilidade, a indústria, por intermédio da ABCP, deu um importante passo ao lançar durante o 8º Congresso Brasileiro de Cimento (CBCi) as bases do Roadmap Net Zero para acelerar a transição rumo a uma economia neutra em carbono. O setor que, internacionalmente, foi o primeiro a firmar um compromisso de neutralidade climática em escala global, dentro do programa Race to Zero da ONU, agora avança no seu compromisso de neutralidade climática no Brasil. 

A iniciativa vem num momento mais do que oportuno, quando se discute no âmbito nacional a descarbonização dos setores industriais – e da economia como um todo – com ativa participação da indústria do cimento na esfera setorial e federal. 

Por se tratar de um país com dimensões continentais, a ABCP está conectada – juntamente com o produto que representa – à sociedade e à cadeia produtiva da construção de diversas formas, quais sejam: edificações para distintas finalidades (moradias, escolas, hospitais, centros e espaços de lazer entre tantos), aeroportos, portos, ferrovias, mar e rios. Não bastasse o enorme déficit habitacional brasileiro, onde o cimento tem participação preponderante, tem-se também a extensão da malha viária nacional, de 1.720.700 quilômetros de estradas e rodovias, da qual apenas 12,4% está pavimentada. 

Portanto, é imprescindível incluir o concreto como opção nas licitações de ruas e rodovias, por ser um sistema construtivo de maior durabilidade, mais econômico, que exerce menor impacto ambiental e ainda traz conforto e segurança para o usuário. 

No que tange à aplicação e uso de soluções para as cidades, o setor segue apoiando os municípios brasileiros com sistemas construtivos que atendam às necessidades locais por infraestrutura e tragam melhorias a favor da mobilidade urbana, saneamento, espaços públicos e habitação. 

Na pauta da inovação, o acordo de cooperação técnica com a Universidade de São Paulo (USP) para a criação de um espaço focado em pesquisa e desenvolvimento a favor da construção digital (hubIC) alcançou resultados significativos, como a produção das primeiras peças cimentícias em 3D e a adesão de mais de 30 companhias ao ambiente de construção digital. 

Todas essas conquistas merecem ser celebradas e motivam o setor e a entidade a seguirem em frente, mantendo a ABCP moderna, atualizada e de excelência, consolidando assim, cada dia mais, o compromisso de representar uma indústria forte e necessária, que é base para desenvolvimento econômico e social do Brasil. 

Descarbonização, transição energética e inovações tecnológicas na agenda prioritária do setor da construção

De 6 a 8 de novembro, o Renaissance Hotel São Paulo foi palco da 8ª edição do Congresso Brasileiro do Cimento – CBCi – principal evento das cadeias de valor do cimento e produtiva da construção.

Durante os três dias de Congresso, recebemos 430 participantes, 51 conferencistas, distribuídos entre 18 palestras e 7 mesas-redondas, além de especialistas internacionais, autoridades e lideranças empresariais de setores integrados à cadeia produtiva da construção.

Foram mais de 30 horas de uma experiência enriquecedora com muita troca, interação e network. Contamos com o apoio institucional de mais de 40 empresas e entidades setoriais e 30 patrocinadores que acreditaram na retomada de um dos principais eventos do setor.

Durante o Congresso, foram debatidos os novos e definitivos caminhos da cadeia produtiva da construção que passam impreterivelmente pelas reformas e políticas públicas que impactam todo o segmento e por temas como descarbonização, legislações e aspectos ambientais como a circularidade de resíduos e a redução da emissão de CO2, emprego de combustíveis alternativos, sustentabilidade, produtividade e inovação tecnológica na produção, além da aplicação do cimento e seus sistemas construtivos nas áreas habitacionais, de urbanização, de logística de transporte relacionadas a infraestrutura nacional.

Um importante marco do CBCi foi o lançamento das bases do Roadmap Net Zero para acelerar a transição rumo a uma economia neutra em carbono no Brasil até 2050.

Ainda na agenda ambiental, o Congresso apresentou o Panorama do Coprocessamento 2023 (ano base 2022), no qual celebramos a melhor marca desde o início das medições. Ao todo foram cerca 2,9 milhões de toneladas de CO2 evitados no período.

Importante ainda destacarmos os avanços tecnológicos na habitação brasileira e como eles desempenham um papel fundamental na promoção da inovação e no desenvolvimento do setor da construção, amplamente debatida pelos principais especialistas do mercado durante o CBCI.

O Congresso trouxe à pauta ainda os investimentos em rodovias e o papel do concreto, investimentos na malha ferroviária, políticas públicas, regulamentações, programas de financiamento e a adoção de práticas mais modernas para o desenvolvimento da infraestrutura do país.

A busca por soluções integradas que abordem as necessidades da população, promovam a justiça social e a inclusão, ao mesmo tempo em que reduzam os impactos ambientais negativos também tiveram seu destaque.

Todos esses temas consolidaram o Congresso Brasileiro do Cimento, com principal evento das cadeias de valor do cimento e produtiva da construção. Temos orgulho de nossa trajetória e ao mesmo tempo a clareza de nossa responsabilidade pelo futuro, tratando de temas relevantes e dos novos caminhos da indústria e a favor do crescimento sustentável e do desenvolvimento econômico e social do país.

Que venha a próxima edição, em 2025!

Votorantim Cimentos: decarbonization ambitions

A International Cement Review traz, em sua edição de setembro de 2023, artigo de Álvaro Lenz, Global Director of Sustainability, Institutional Relations, Product Development and Engineering da Votorantim Cimentos, sobre descarbonização na indústria do cimento.

Confira aqui (texto em inglês):

 

> Baixe aqui o artigo em PDF.

 

Votorantim Cimentos: decarbonization ambitions

A International Cement Review traz, em sua edição de setembro de 2023, artigo de Álvaro Lenz, Global Director of Sustainability, Institutional Relations, Product Development and Engineering da Votorantim Cimentos, sobre descarbonização na indústria do cimento.

Confira aqui (texto em inglês):

 

> Baixe aqui o artigo em PDF.

 

Expectativa cercada por horizonte de incertezas

A instabilidade da economia brasileira marcada por um prolongado cenário de juros elevados, mesmo com o anúncio da redução da taxa Selic pelo Banco Central em agosto, somada ao alto endividamento das famílias e queda dos lançamentos imobiliários, seguem travando o crescimento da atividade cimenteira.

A expectativa do setor é de melhora para os próximos meses, impulsionada pelas obras do ciclo imobiliário recente, com reforço do Programa Minha Casa, Minha Vida e retomada de obras paradas e de infraestrutura. O anúncio do governo federal de ampliar o subsídio e reduzir a taxas de juros do MCMV, traz um alento ao setor e deve impulsionar os investimentos em construção civil no país.

O uso de paredes de concreto vem ganhando destaque na construção dos conjuntos habitacionais, devido à rapidez e competitividade. O sistema construtivo vem sendo cada vez mais utilizado devido a qualidade e velocidade de execução, pois é três vezes mais ágil do que o sistema convencional, permitindo utilizá-lo como solução em projetos com prazos apertados e alta repetitividade, além de integrar conforto térmico e acústico à obra.

Há ainda uma efetiva apreensão do mercado com as recentes alterações dos Marco do Saneamento Básico. O Censo Demográfico divulgado pelo IBGE indicou que a população brasileira aumentou 6,5% (para 203 milhões) entre 2010 e 2022, enquanto o número de residências cresceu 34% (para 91 milhões) no período. Esse movimento torna mais difícil o cumprimento das metas de universalização do saneamento básico, mas a indústria de cimento está pronta para fornecer os cerca de 5 milhões de toneladas do insumo necessário para o atingimento desse objetivo.

Apesar do cenário econômico ainda incerto, as perspectivas do setor para os próximos meses são positivas. A aprovação do arcabouço fiscal, a tramitação da Reforma Tributária no Senado, a retomada de obras paradas e de infraestrutura, além do início do ciclo de redução da taxa de juros, são fatores que trazem maior segurança e previsibilidade ao setor, e consequentemente para a economia em 2023.

Vendas de cimento crescem em agosto

As vendas de cimento em agosto apresentaram ligeira alta, totalizando 6 milhões de toneladas, um crescimento de 1,4% em relação ao mesmo mês de 2022. No acumulado do ano (janeiro a agosto), os números permaneceram negativos, alcançando 41,7 milhões de toneladas, uma queda de 1,3% comparado ao mesmo período do ano passado. 

Conforme demonstram os principais indicadores, as vendas de materiais de construção, particularmente do cimento, vêm sendo impactadas pela menor renda da população, elevadas taxas de juros e alto endividamento das famílias, próximo ao recorde da série histórica – atingiu 48,3%, em junho. 

No entanto, o setor de Infraestrutura vê como grande avanço o Novo Programa de Aceleração do Crescimento – PAC3, iniciativa do governo lançado em agosto, que prevê desembolso de R$ 1,4 trilhão entre 2023 e 2026. Somente em rodovias estão previstos 269 projetos de restauração, construção e duplicação de estradas pelo país, com investimentos previstos de R$ 186 bilhões, aporte que poderá abrir oportunidades para o uso de soluções mais econômicas e ambientalmente sustentáveis, como o pavimento rígido de concreto. 

Essa solução construtiva utilizada em diversos países oferece maior durabilidade e vantagens aos usuários que economizam combustível e pneus, além de mais segurança nas vias, graças ao menor espaço de frenagem, redução das ilhas de calor e ampliação da luminosidade das rodovias. 

Com referência a infraestrutura habitacional, o Programa Minha Casa Minha Vida, que integra o Novo PAC, já incorpora ações de desburocratização e facilidades para compra do imóvel com a redução de juros e aumento dos valores do subsídio. O conjunto de medidas começa a ser percebido com aumento nas vendas de unidades adquiridas dentro do programa. 

O investimento em infraestrutura é fundamental para o desenvolvimento econômico e social do País e é imprescindível que os projetos saiam do papel e as obras sejam retomadas.

38ª Oktoberfest valoriza todos os resíduos e oferece água ultrafiltrada para visitantes

Fonte: Prefeitura de Blumenau

As iniciativas fazem parte da estratégia de sustentabilidade do evento, que ocorre de 4 a 22 de outubro

A maior festa alemã das Américas, a Oktoberfest, chega à sua 38ª edição em outubro e promete atrair milhares de visitantes à Vila Germânica, em Blumenau, Santa Catarina. Para oferecer aos participantes uma experiência mais sustentável, a Veolia, empresa líder global em soluções de gestão de água, resíduos e energia, renovou sua parceria com o evento para gerenciar todos os resíduos e disponibilizar água ultrafiltrada para os visitantes.

Assim como no ano passado, a Veolia será responsável pelo tratamento de aproximadamente 150 toneladas de resíduos gerados ao longo dos 19 dias de festa. A empresa valorizará, por meio de coprocessamento, todos os resíduos gerados no festival, garantindo a meta de Aterro Zero (Zero Waste to Landfill).

O coprocessamento transforma os resíduos em CDR (Combustível Derivado de Resíduos), ou seja, um combustível alternativo e menos poluente. Em 2022, cerca de 2 milhões de copos foram valorizados e se tornaram uma opção “mais verde” de combustível para alimentar fornos e caldeiras de indústrias, substituindo assim os combustíveis fósseis.

Segundo Lina del Castillo, diretora de Marketing, Comunicação e Sustentabilidade da Veolia, a pauta ESG (ambiental, social e de governança corporativa) deve ser levada para os grandes eventos e executada de forma que integre todos os pilares, impulsionando práticas mais sustentáveis para indústrias e cidades, e conscientizando o público no geral.

“Os eventos também são aliados para contribuir com a conscientização ambiental ao adotarem práticas mais sustentáveis. Nos últimos anos, a Oktoberfest se tornou uma grande parceira quando o assunto é manter a tradição, mas com menor pegada ambiental. Para nós da Veolia, é muito importante ser, novamente, parceira de um evento de tanta relevância para o Brasil. Ao mesmo tempo em que a Oktoberfest oferece diversão, ela se transforma para envolver práticas ambientalmente corretas que promovem a Transformação Ecológica da sociedade como um todo”, afirma Lina.

A novidade desta edição, no entanto, é a oferta de água ultrafiltrada a todos os visitantes que passarem pelo festival entre os dias 4 e 22 de outubro. A iniciativa, realizada em parceria com a Ambev, promete reduzir o consumo de garrafas plásticas durante o evento e, assim, diminuir o impacto ambiental, além de conscientizar o consumo consciente de bebida alcoólica.

 

A festa ocorre de 4 a 22 de outubro e os ingressos já podem ser adquiridos pelo site oficial do evento.

>> Leia mais.