A indústria do cimento registrou um início de ano com desempenho de vendas favorável, dando continuidade a dois anos sucessivos de crescimento robusto. A comercialização do insumo no País em janeiro totalizou 5,3 milhões de toneladas, alta de 1,1% em relação ao mesmo mês de 2025 e de 8% frente a dezembro de 2025. Por dia útil, a comercialização foi de 223,9 mil toneladas no mês, representando uma evolução de 3,3% comparado ao mesmo mês do ano anterior, apesar do considerável volume de chuvas nas regiões Sul e Sudeste no mês.
20260206_Snic_relatorio_JaneiroCategoria: IMPRENSA
ABCP lança cursos para qualificar profissionais e fortalecer a competitividade na indústria de artefatos de concreto
A indústria de artefatos de concreto segue em expansão e mantém um papel fundamental na construção civil brasileira. Em um mercado cada vez mais exigente — seja em desempenho, durabilidade ou conformidade com normas — os fabricantes que investem em aprimoramento técnico são justamente os que mais se destacam e ampliam seus negócios.
A profissionalização dos processos, aliada a um controle de qualidade rigoroso, tornou-se um diferencial competitivo capaz de colocar empresas em um patamar superior em eficiência, confiabilidade e inovação.
Para atender essa demanda crescente por qualificação, a ABCP anuncia dois cursos essenciais para quem atua na produção e no controle de qualidade de blocos, pavers e demais artefatos de cimento: “Blocos e Pavers: Produção e Controle de Qualidade” e “Laboratorista de Artefatos de Cimento – Produção e Controle de Qualidade”. Ambos são ministrados pelo engenheiro Idário Fernandes, referência nacional em tecnologia do concreto e otimização produtiva.
As duas formações apresentam conteúdos complementares e aprofundados, desenvolvidos para elevar o padrão do setor e preparar profissionais para lidar com desafios reais do chão de fábrica. Além de oferecer embasamento técnico sólido, as capacitações fortalecem a capacidade das empresas de reduzir perdas, padronizar processos, corrigir falhas, melhorar o desempenho dos artefatos e atender às normas com mais precisão.
Curso Blocos e Pavers: Produção e Controle de Qualidade
Agendado para os dias 3 e 4 de fevereiro de 2026, o curso é amplamente reconhecido pela indústria por sua abordagem prática e direta, totalmente alinhada às demandas das fábricas de artefatos de concreto. A formação explora todos os fatores que influenciam a qualidade final de blocos e pavers — desde a escolha dos insumos até detalhes sensíveis da produção.
O instrutor apresenta uma visão aprofundada sobre dosagem de traços, ajustes de umidade, comportamento dos agregados, cura, armazenamento, variações de resistência, compactação e acabamento superficial. Durante o curso, os participantes compreendem como pequenos ajustes no processo podem alterar significativamente o desempenho mecânico dos artefatos e sua conformidade com normas como a NBR 6136.
Há também forte ênfase nos métodos de ensaio e no controle de qualidade aplicado à rotina da fábrica, com técnicas práticas para identificar e corrigir patologias comuns, como fissuras, quebras, empenamentos e variações dimensionais.
É uma formação indispensável para fabricantes que querem produzir artefatos mais consistentes, reduzir desperdícios, aumentar a competitividade e conquistar novos mercados com produtos de alto desempenho.
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Curso Laboratorista de Artefatos de Cimento: Produção e Controle de Qualidade
Voltado para profissionais que atuam diretamente no laboratório das fábricas, o curso — programado para os dias 10 e 11 de fevereiro de 2026 — capacita especialistas aptos a controlar insumos, monitorar a produção e assegurar a conformidade dos produtos com as normas técnicas vigentes.
A formação aborda ensaios fundamentais, como permeabilidade, compactação, absorção, aderência da pasta e avaliação visual de defeitos. Também apresenta os principais parâmetros que influenciam o desempenho dos artefatos, como densidade da mistura fresca, curvas de umidade, dosagem, correlação massa/resistência, perdas e resíduos.
Um dos diferenciais do curso é a abordagem do laboratório como centro estratégico da fábrica: um setor capaz de orientar ajustes imediatos no processo, antecipar problemas e evitar prejuízos. O aluno desenvolve competências para interpretar dados com precisão, elaborar relatórios técnicos e atuar como agente direto na melhoria contínua do processo produtivo.
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Capacitação como diferencial competitivo na indústria de artefatos de concreto
De acordo com a coordenação de Cursos da ABCP, essas duas formações reforçam o compromisso da Associação com o desenvolvimento técnico do setor e com a performance das fábricas que buscam se destacar em um mercado competitivo.
“Em um ambiente de concorrência crescente, conhecimento é um dos principais ativos para alcançar qualidade superior, reduzir custos, evitar patologias e ampliar a participação comercial”, afirma.
Para empresas e profissionais que desejam crescer de forma consistente, os cursos representam uma oportunidade de atualização, ganho de produtividade e fortalecimento da credibilidade técnica — fatores que se refletem diretamente no sucesso comercial.
Como se inscrever
Os interessados podem realizar a inscrição diretamente no site oficial de cursos da ABCP:
Ou, se preferirem, podem solicitar informações e reservar a vaga pelo WhatsApp da ABCP: (11) 99540-6028
Rede More: inovação em habitação sustentável
As mudanças climáticas representam uma das principais ameaças ao ambiente urbano atual. O aumento das temperaturas e os eventos extremos — como secas, enchentes, deslizamentos, apagões de energia e vendavais — afetam toda a sociedade. No entanto, seus impactos são sentidos de maneira mais intensa nas comunidades onde a construção autogerida é a principal alternativa para suprir a demanda por moradia.
Embora representem um volume expressivo das edificações no Brasil, com parte significativa localizada em favelas, essas obras realizadas sem a participação de construtoras ou agentes públicos são pouco estudadas sob a ótica ambiental. Para preencher essa lacuna e investigar essa fronteira esquecida nasceu a Rede More, uma iniciativa inédita que mergulha na realidade dessas habitações para encontrar soluções baseadas em ciência.
O projeto é pioneiro ao mensurar uma variável crucial e até então invisível nesse contexto: o “carbono incorporado”. O conceito refere-se a todas as emissões de gases de efeito estufa (GEE) geradas ao longo do ciclo de vida dos materiais — da extração da matéria-prima e fabricação ao transporte, instalação e descarte. Pela primeira vez, propõe-se calcular essa pegada oculta, revelando o impacto ambiental da forma como grande parte do Brasil constrói e buscando compreender uma cadeia produtiva que opera à margem dos sistemas tradicionais de planejamento.
Para muitos moradores, a casa, que deveria ser um abrigo, acaba se transformando em uma armadilha climática. Durante a primeira fase da pesquisa na comunidade São Remo, em São Paulo, relatos e dados relevaram um quadro preocupante. Os moradores descreveram uma sensação térmica excessiva, especialmente à noite, que prejudica o sono, somada à ventilação insuficiente, falta de iluminação natural e presença constante de umidade e mofo. Sensores instalados nas residências confirmaram essas percepções, registrando altas concentrações de dióxido de carbono (CO₂), o que configura um ambiente interno insalubre e aumenta o risco de doenças respiratórias. Evidencia-se que, embora a autoconstrução resulte do esforço legítimo dos moradores para melhorar sua qualidade de vida, as moradias acabam restritas por limitações de execução, escassez de espaço e uso de materiais de baixa eficiência.
Para decifrar a complexidade da autoconstrução, o projeto More combinou métodos de pesquisa inovadores, contrastando a natureza das moradias com a sofisticação das ferramentas de análise. Os pesquisadores adotaram uma abordagem integrada, que uniu entrevistas aprofundadas ao uso de tecnologia LiDAR — sistema de sensoriamento remoto a laser — para medir distâncias e formas com alta precisão. Esse mapeamento foi essencial para entender como a densidade e o layout dos edifícios contribuem para a falta de luz e ar. A metodologia une tecnologia de ponta, participação comunitária e ciência aplicada, gerando dados precisos sobre uma realidade até então compreendida apenas superficialmente.
A força da Rede More reside em uma aliança que redefine o papel da indústria, unindo o setor de cimento, a academia e o governo. A iniciativa é coordenada pelo hubIC (Hub Brasileiro de Inovação da Construção), uma parceria entre a Universidade de São Paulo (USP), a Associação Brasileira de Cimento Portland (ABCP) e o Sindicato Nacional da Indústria do Cimento (SNIC), com financiamento da Caixa. O projeto conta com a participação de 31 pesquisadores e profissionais, envolvendo universidades, organizações de pesquisa e extensão, e pretende integrar na próxima fase grandes empresas do setor produtivo. Juntos, esses atores buscam desenvolver soluções de baixo carbono viáveis para o mercado da autoconstrução, demonstrando que os desafios complexos das cidades exigem cooperação ampla.
Finalizada a etapa exploratória, os próximos passos da iniciativa incluem o aprimoramento dos métodos de mapeamento, visando escalá-los para moradias de construção autogerida em todo o Brasil. O planejamento abrange também o desenvolvimento de um banco de dados para estimar o estoque de carbono atrelado ao consumo de materiais e a realização de simulações computacionais para prever cenários futuros do impacto das mudanças climáticas no bem-estar da população. O objetivo final é elaborar recomendações técnicas sólidas e apoiar políticas públicas capazes de melhorar efetivamente as condições habitacionais.
PDE capacita setor de artefatos de concreto com workshops em todo o Brasil e consolida atuação em 2025
O PDE (Programa de Desenvolvimento Empresarial), iniciativa da ABCP em parceria com o SNIC e a empresa Mundo do Concreto, segue ampliando sua atuação nacional. Após um ciclo de forte expansão, o programa consolidou sua presença em 2025 com a realização de workshops em 14 cidades e o Distrito Federal, percorrendo mais de 44,5 mil quilômetros, levando conhecimento sobre inovação, mercado e tecnologia para mais de 500 profissionais da construção civil e ultrapassando 537 mil visualizações nas redes sociais. O programa contou com seis patrocinadores nacionais e dez estaduais e mais de 25 parceiros institucionais.
A iniciativa, que tem como foco a gestão, processos, tecnologia do concreto e lucratividade, já acumula números expressivos: historicamente, o PDE atendeu mais de 600 fábricas, abrangendo 196 municípios em 17 estados e no Distrito Federal.
Os workshops contam com o apoio de importantes patrocinadores da cadeia produtiva, incluindo indústrias de cimento, fabricantes de artefatos e fornecedores, além de parcerias com entidades e sindicatos do setor. Os encontros reúnem instrutores e empresários renomados para compartilhar experiências sobre desafios da indústria, operações lucrativas, sucessão familiar, branding e estratégias de vendas.
Desde 2010, o PDE desenvolve a indústria de artefatos de concreto, pré-fabricados e acabamentos, visando ampliar a utilização eficiente do cimento, promover a industrialização e a qualidade dos produtos. O programa proporciona uma visão 360 graus do negócio, abordando pilares essenciais, como gerenciamento de rotina, finanças, marketing e atingimento de metas.
Para saber mais sobre os próximos passos e a agenda, acesse: https://pde.abcp.org.br/
Cimento tem alta nas vendas em novembro puxada por habitação e mercado de trabalho aquecido
As vendas de cimento em novembro totalizaram 5,5 milhões de toneladas, o que representa uma alta de 4,1% em relação ao mesmo mês de 2024, segundo o Sindicato Nacional da Indústria do Cimento (SNIC). No acumulado do ano (janeiro a novembro), os números alcançaram 62,2 milhões de toneladas, um crescimento de 3,6% comparado a igual período do ano passado. O despacho de cimento por dia útil atingiu 263,9 mil toneladas.
O desempenho do setor segue influenciado por um cenário macroeconômico de alta complexidade. Por um lado, dados mostram robustez no emprego e na renda: o desemprego atingiu 5,4% em outubro, o menor da série histórica, com apenas 5,9 milhões de pessoas desempregadas. A população ocupada registrou novo recorde (102,5 milhões) e o rendimento médio atingiu o maior valor histórico, alavancando a massa salarial. O mercado de trabalho aquecido elevou a confiança do consumidor em novembro, atingindo o maior nível desde dezembro de 2024.
Por outro lado, além da desaceleração do PIB ao longo do ano, o ambiente de crédito e consumo permanece desafiador. As expectativas de inflação para 2025 e 2026 seguem acima da meta, apontando para a necessidade de manutenção de juros altos. Esse aperto monetário reflete-se diretamente no endividamento da população, que cresceu para 49,1% em setembro, e na inadimplência, que atingiu o recorde de 80,4 milhões de indivíduos em outubro. Adicionalmente, os gastos com apostas (bets) continuam pressionando o orçamento familiar.
O cenário de incertezas, motivado pela política monetária contracionista, impactou a confiança da indústria, que caiu pela oitava vez no ano devido à fraca demanda e aos estoques elevados. Na construção, embora a confiança tenha subido em novembro impulsionada pelos segmentos de infraestrutura e serviços especializados, o nível ainda é insuficiente para recuperar o patamar do início do ano.
No varejo de materiais de construção, as vendas caíram 2% em outubro na comparação anual, levando o setor a reduzir, pela segunda vez, a projeção de crescimento de 2025 de 1,8% para 0,5%.
O mercado imobiliário apresenta sinais distintos. Enquanto os lançamentos subiram 1,6% no 3º trimestre, as vendas caíram 6,5% no mesmo período, elevando o volume de unidades em estoque. O financiamento imobiliário via SBPE sofreu forte retração, com queda de 36,12% no número de unidades financiadas para construção no acumulado até outubro, reflexo da alta dos juros.
Entretanto, o programa Minha Casa, Minha Vida (MCMV) segue como um vetor crucial de demanda. No acumulado do ano, os lançamentos do programa cresceram 7,9% e as vendas aumentaram 15,5%. O impacto do MCMV na indústria do cimento é expressivo: uma unidade de 45 m² consome entre 4 e 6 toneladas do insumo, dependendo se construída com blocos ou paredes de concreto. O setor projeta que para atingir a meta de superar 2 milhões de unidades entre 2023 e 2026, o consumo de cimento será ampliado consideravelmente.
Somam-se a isso as novas regras de crédito habitacional, que permitirão o uso de até 100% dos recursos da poupança e elevarão o teto de financiamento, medidas que, aliadas às mudanças no Imposto de Renda, buscam recompor a capacidade de compra e investimento da classe média e reduzir o déficit habitacional, mesmo considerando os níveis de juros atuais.
Em paralelo às perspectivas de mercado, o setor cimenteiro do país reforça seu compromisso global com a descarbonização. Em novembro, a indústria apresentou seu novo Roadmap Net Zero 2050 durante a COP30, em Belém, detalhando a rota para a neutralidade de carbono apoiada em uma trajetória de sustentabilidade sólida.
O Brasil já se destaca no cenário mundial emitindo 580 kg de CO₂ por tonelada de cimento, marca inferior à média global de 610 kg/t. Além disso, o setor consolidou-se como referência na substituição de combustíveis fósseis, alcançando 32% de sua matriz energética proveniente de combustíveis alternativos, como biomassas e resíduos, reafirmando o coprocessamento como uma atividade crucial para a transição energética.
Coprocessamento: melhores práticas para o licenciamento ambiental
ABCP elabora guia e promove capacitação para técnicos do IBRAM e profissionais da indústria
A ABCP realizou nesta terça-feira, 09/12, na sede da FIBRA, em Brasília, uma capacitação técnica referente ao “Guia de Melhores Práticas para o Licenciamento Ambiental das Atividades de Coprocessamento de Resíduos na Fabricação de Cimento”, publicação desenvolvida ao longo de 2025 pelo Núcleo de Coprocessamento da ABCP e empresas associadas.
Vale destacar que o coprocessamento de resíduos é peça fundamental para a indústria manter sua trajetória de mitigação das emissões de CO2, conforme propõe o Roadmap Net Zero da indústria, lançado durante a COP30. O documento mapeia, dentro do processo produtivo e ao longo do ciclo de vida do produto, ações necessárias e capazes de levar a indústria a um cenário de neutralidade climática até 2050. O Brasil já exibe, há décadas, uma das menores intensidades de carbono do mundo (580 kg CO₂/t), mas assim mesmo persegue a transição energética de forma acelerada. O coprocessamento de resíduos e biomassas já responde por 32% da matriz energética, evitando a emissão de 3,4 milhões de toneladas de CO₂.
O evento na FIBRA reuniu cerca de 30 participantes, entre técnicos do Ibram (Instituto Brasília Ambiental) e da indústria do cimento (Ciplan e Votorantim). “Esta capacitação foi concebida especificamente para profissionais da área de licenciamento ambiental (analistas, auditores e fiscais), bem como para o pessoal técnico da indústria, de forma a endereçar com precisão as necessidades da equipe responsável pelas análises e vistorias”, explica Daniel Mattos, Head de Coprocessamento da ABCP.
O material é orientado à prática regulatória, naquilo que é essencial à avaliação de conformidade ambiental, e visa contribuir com a padronização de entendimentos técnicos, reduzindo o retrabalho e encurtando prazos do processo de licenciamento. A partir dos resultados obtidos neste primeiro evento, a ABCP planeja replicá-lo em outras regiões do país em 2026.
Cimento tem forte alta nas vendas em novembro puxada por habitação e mercado de trabalho aquecido
As vendas de cimento em novembro totalizaram 5,5 milhões de toneladas, o que representa uma alta de 4,1% em relação ao mesmo mês de 2024, segundo o Sindicato Nacional da Indústria do Cimento (SNIC). No acumulado do ano (janeiro a novembro), os números alcançaram 62,2 milhões de toneladas, um crescimento de 3,6% comparado a igual período do ano passado.
ABCP: 89 anos de excelência, pavimentando o caminho para o centenário da indústria brasileira do cimento
Hoje, a Associação Brasileira de Cimento Portland (ABCP) celebra 89 anos de fundação. Protagonista de marcos históricos, a entidade segue na vanguarda, liderando debates e atuando como referência de excelência tecnológica.
Esta data ganha um significado especial, pois marca o início da jornada para os 90 anos da entidade e para os 100 anos da indústria brasileira do cimento, que serão comemorados em 2026. O setor, presente em 23 estados e responsável por cerca de 82 mil empregos, demonstra sua confiança no desenvolvimento do Brasil com R$ 27,5 bilhões em investimentos planejados entre 2023 e 2027.
Neste último ciclo, obtivemos avanços significativos no fomento ao uso dos sistemas construtivos à base de cimento, tanto na habitação quanto na infraestrutura. Nas edificações, as soluções cimentícias reafirmaram seu protagonismo no Programa Minha Casa, Minha Vida, impulsionadas pela eficiência da alvenaria estrutural com blocos de concreto e das paredes de concreto moldadas in loco — tecnologias de alto desempenho que reduzem custos, aceleram obras e evitam desperdícios. Para viabilizar esses avanços, a indústria ampliou o suporte técnico às construtoras e reforçou parcerias com grandes instituições.
Na infraestrutura de transporte, o pavimento de concreto já representa 4,5% da malha rodoviária federal, e temos a convicção de que podemos chegar a 10% em breve. Nas cidades, colhemos os frutos de anos de trabalho técnico, com a solução presente em mais de 150 municípios. Para consolidar esse movimento, a PAVI+ (Comunidade da Pavimentação) avança, reunindo especialistas e gestores públicos em torno de uma pauta única: qualidade, durabilidade e sustentabilidade para a infraestrutura brasileira.
Todo esse crescimento caminha lado a lado com a responsabilidade climática. O Brasil já ostenta, há décadas, uma das menores intensidades de carbono do mundo (580 kg CO₂/t), e nossa transição energética segue acelerada. O coprocessamento atingiu sua melhor marca, com 32% da matriz energética proveniente de fontes renováveis e resíduos, evitando a emissão de 3,4 milhões de toneladas de CO₂.
Elevamos ainda mais nossa ambição atualizando nossa trajetória de mitigação com o Roadmap Net Zero, lançado durante a COP30. Através dele, mapeamos uma série de alavancas, dentro do nosso processo produtivo e ao longo do ciclo de vida do produto, capazes de nos levar a um cenário de neutralidade climática até 2050. São medidas que abrangem maior uso de adições e matérias-primas alternativas, ampliação dos combustíveis alternativos em substituição aos combustíveis fósseis não renováveis, maior eficiência na produção de concretos e sistemas construtivos, utilização de energias limpas, captura de carbono e soluções baseadas na natureza.
Na frente de inovação, o hubIC segue como catalisador da expansão da construção digital, impulsionando a modernização do setor rumo à Indústria 4.0. Além disso, inovou mais uma vez ao coordenar a Rede More, projeto inédito para mensurar a pegada de CO₂ das habitações, visando impulsionar a economia de baixo carbono. Simultaneamente, ampliamos nossa difusão de conhecimento com uma intensa agenda de cursos, palestras e webinários por todo o País. Todo esse ecossistema é sustentado pela excelência dos nossos Laboratórios, garantindo o Selo da Qualidade e a certificação que o mercado exige.
Celebrar 89 anos é reafirmar nosso compromisso de unir crescimento econômico e sustentabilidade rumo aos próximos 100 anos.
Workshop em Salvador discute inovação e o futuro da indústria de artefatos de concreto
A ABCP, em parceria com o Mundo Concreto, realizou na última quinta-feira, 27/11, o workshop “Impulsionando a indústria de artefatos no Brasil: inovação, mercado e tecnologia”, voltado para profissionais da construção civil. O evento aconteceu na Federação das Indústrias do Estado da Bahia (FIEB), em Salvador, e contou com a presença de Ana Gabriela Saraiva e Eduardo D’Ávila (ABCP), Felipe Cabral (Grupo Fornecedor Pavimentos) e Filipe Honorato (Mundo Concreto).
Os especialistas discutiram os desafios atuais da indústria em um mundo em constante mudança, com foco nas inovações e nos desafios do setor de artefatos no Brasil. O evento abordou temas como modelos de fábricas e estratégias para ampliar resultados de vendas, análise financeira para tomada de decisão no crescimento de segmentos como asfalto e piso intertravado, além das tendências e experiências nacionais e internacionais na industrialização da pré-fabricação.
Programa de Desenvolvimento Empresarial
O workshop faz parte do PDE (Programa de Desenvolvimento Empresarial), da ABCP, em parceria com o Sindicato Nacional da Indústria do Cimento (SNIC) e o Mundo Concreto. Desde 2010, o PDE desenvolve o setor da indústria de artefatos de concreto, pré-fabricados e acabamento, visando ampliar a utilização eficiente do cimento como insumo, promover a industrialização e a qualidade dos produtos e processos, estimulando a melhoria na gestão, a inovação e a sustentabilidade. Assim, ampliando os negócios e a melhoria na competitividade das empresas.
O programa já atendeu 600 fábricas, em 196 municípios e realizou 15 missões nacionais e 11 internacionais envolvendo a cadeia produtiva de artefatos e concreto. O PDE proporciona uma visão de 360 graus da indústria, abordando os principais fatores, como gerenciamento de rotina, finanças, marketing, vendas, modelos de negócios e atingimento de metas, que são focos empresariais essenciais.
Serviço
Workshop – Impulsionando a indústria de artefatos no Brasil: inovação, mercado e tecnologia
Data: 27 de novembro de 2025
Horário: das 14h30 às 18h
Endereço: R. Edístio Pondé, 342 – 2º andar – STIEP, Salvador – BA
Informações para Imprensa
Daniela Nogueira – (11) 96606-4960 – daniela.nogueira@fsb.com.br
Krishma Carreira – (11) 99467-8080 – krishma.carreira@fsb.com.br
PDE leva a Recife workshop sobre inovação, mercado e tecnologia para a indústria de artefatos
A ABCP, em parceria com o Mundo Concreto, realizou nesta quarta-feira, 26/11, nas instalações do Sebrae, em Recife, o workshop “Impulsionando a indústria de artefatos no Brasil: inovação, mercado e tecnologia”, voltado para profissionais da construção civil. O workshop teve como tema principal o impulsionamento da indústria de artefatos de concreto no Brasil através da inovação, tecnologia e mercado.
O encontro contou com a presença de Karla Guimarães e Eduardo D’Ávila (ABCP), Felipe Cabral (Grupo Fornecedor Pavimentos) e Filipe Honorato (Mundo Concreto). Os especialistas debateram os desafios atuais da indústria em um cenário de constantes transformações, destacando as inovações e os obstáculos do setor de artefatos no Brasil.
A programação incluiu ainda temas como modelos de fábricas e estratégias para ampliar os resultados de vendas, análise financeira para apoiar decisões no crescimento de segmentos como asfalto e piso intertravado, além de tendências e experiências, tanto nacionais quanto internacionais, relacionadas à industrialização da pré-fabricação.
Programa de Desenvolvimento Empresarial
O workshop faz parte do PDE (Programa de Desenvolvimento Empresarial), da ABCP, em parceria com o Sindicato Nacional da Indústria do Cimento (SNIC) e o Mundo Concreto. Desde 2010, o PDE desenvolve o setor da indústria de artefatos de concreto, pré-fabricados e acabamento, visando ampliar a utilização eficiente do cimento como insumo, promover a industrialização e a qualidade dos produtos e processos, estimulando a melhoria na gestão, a inovação e a sustentabilidade. Assim, ampliando os negócios e a melhoria na competitividade das empresas.
O programa já atendeu 600 fábricas, em 196 municípios e realizou 15 missões nacionais e 11 internacionais envolvendo a cadeia produtiva de artefatos e concreto. O PDE proporciona uma visão de 360 graus da indústria, abordando os principais fatores, como gerenciamento de rotina, finanças, marketing, vendas, modelos de negócios e atingimento de metas, que são focos empresariais essenciais.
Informações para Imprensa
Daniela Nogueira – (11) 96606-4960 – daniela.nogueira@fsb.com.br
Krishma Carreira – (11) 99467-8080 – krishma.carreira@fsb.com.br
