Profissionais da Prefeitura de Curitiba atualizam técnicas para uso de pavimentos de concreto

Engenheiros e técnicos envolvidos nas obras de mobilidade da Prefeitura de Curitiba participaram, nesta terça-feira (25/2), de um treinamento sobre o uso do pavimento rígido em vias da cidade. Promovida pela Secretaria Municipal de Obras Públicas (Smop) em parceria com a Associação Brasileira de Cimento Portland (ABCP), o curso de aperfeiçoamento ocorreu no anfiteatro da Smop, no São Francisco, e reuniu cerca de 80 profissionais do município, das empresas executoras e supervisoras das obras.

Os profissionais foram atualizados sobre conceitos, processos executivos, planejamento de obras e equipamentos utilizados na execução de pavimentos de concreto pelo engenheiro especialista Dejalma Frasson Jr.

A qualificação acontece em um momento estratégico, em que a Prefeitura tem cerca de 120 obras de pavimentação em andamento e prestes a iniciar, muitas das quais contemplam a aplicação desse tipo de pavimento. Entre os exemplos, estão as obras do projeto Novo Inter 2, que abrangem cinco lotes subdivididos em diferentes pacotes e distribuídos por vários bairros, e as do Ligeirão (BRT) Leste/Oeste.

A abertura do evento foi conduzida pelo secretário municipal de Obras Públicas, Luiz Fernando Jamur, que destacou a importância da capacitação contínua dos profissionais para garantir a qualidade e durabilidade das intervenções viárias na capital.

“O pavimento rígido de concreto garante maior durabilidade e exige menos manutenção, podendo durar até 20 anos com mínima intervenção. Menor manutenção minimiza também os impactos no trânsito, além do fato do custo atual do concreto rígido ser próximo ao do asfalto convencional, tornando a escolha ainda mais vantajosa”, explicou Jamur.

A avaliação de ruas que já receberam pavimento rígido de concreto, como a Presidente Faria e a Avenida Iguaçu, comprovam a qualidade do material. Por isso, ele tem sido adotado em obras nos locais de grande fluxo de veículos, como nos corredores do Inter 2 e do BRT Leste/Oeste, onde a circulação intensa e o peso elevado dos ônibus exige pavimento mais resistente.

 

Capacitações sistemáticas

Jamur destacou que o treinamento foi o início de um movimento que será intensificado nos próximos meses, com novas capacitações sistemáticas. A partir de agora, antes do início de novos lotes de obras que adotarem a pavimentação em concreto, haverá uma capacitação específica, sempre em parceria com a ABCP.

“Isso vai garantir qualidade e celeridade na execução e evitar problemas ao longo do processo. Os encontros servirão para a troca de ideias e técnicas, para aperfeiçoar conhecimento e desenvolver o trabalho da Prefeitura de Curitiba da melhor forma”, disse Jamur.

De acordo com Manuela Marqueño, diretora do Departamento de Pavimentação da Smop, a qualificação contínua dos engenheiros e fiscais, em parceria com a ABCP, garante mais eficiência e qualidade nas obras que transformam Curitiba. “Nesse treinamento, foram abordadas pela ABCP questões práticas de pavimentação em concreto, em relação à execução e à fiscalização, focando a qualidade das obras. Também foram coletadas sugestões dos participantes para os próximos eventos em parceria com a ABCP”, disse a diretora.

 

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Santa Catarina merece

O governador de Santa Catarina, Jorginho Mello, destaca em sua página no Instagram o uso do pavimento de concreto na rodovia SC-160, no Oeste do Estado, entre Pinhalzinho e Bom Jesus do Oeste. O trecho, antes de asfalto sempre deteriorado, foi substituído por concreto, que tem perspectiva de durabilidade de 20 anos.

Veja o depoimento:

https://www.instagram.com/reel/DGTH96ohBzU/?utm_source=ig_web_copy_link

 

Ceará investe em pavimento intertravado

Solução reduz o calor nas cidades cearenses

A Superintendência de Obras Públicas (SOP) do Estado do Ceará destacou em seu perfil no Instagram que tem investido em soluções para reduzir o calor nas cidades, como a substituição do asfalto por piso intertravado em rodovias.

Enquanto o asfalto absorve mais calor e eleva a temperatura urbana, o piso intertravado pode reduzir o calor em até 15 graus e ainda melhorar a iluminação noturna, proporcionando mais segurança.

Essa iniciativa já foi implementada em áreas estratégicas, como a CE-090, que liga as praias de Icaraí e Cumbuco, promovendo conforto e sustentabilidade.

As cidades cearenses, assim como ocorre em todo o país, têm recebido suporte técnico da ABCP para a implantação correta desta e de outras soluções à base de cimento.

Santa Catarina merece

O governador de Santa Catarina, Jorginho Mello, destaca em sua página no Instagram o uso do pavimento de concreto na rodovia SC-160, no Oeste do Estado, entre Pinhalzinho e Bom Jesus do Oeste. O trecho, antes de asfalto sempre deteriorado, foi substituído por concreto, que tem perspectiva de durabilidade de 20 anos.

Veja o depoimento:

https://www.instagram.com/reel/DGTH96ohBzU/?utm_source=ig_web_copy_link

 

Setor de cimento avança em trajetória sustentável para zerar emissões até 2050

Representantes da Organização das Nações Unidas para o Desenvolvimento Industrial (UNIDO), do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), do Sindicato Nacional da Indústria do Cimento (SNIC) e do Instituto E+ deram início no dia 5 de fevereiro à atualização do Roadmap de Descarbonização para o setor de cimento.

A iniciativa faz parte do Partnership for Net Zero Industry, programa internacional de apoio a países em desenvolvimento para dar mais sustentabilidade a setores cujo processo produtivo é difícil de descarbonizar.

A parceria pretende dar continuidade aos trabalhos iniciados pelo SNIC em 2023, junto à Associação Global de Cimento e Concreto (GCCA, em inglês), de atualizar o Roadmap que o setor lançou em 2019 para uma trajetória de neutralidade climática em 2050.

Para tanto, o Roadmap levará em consideração, além de soluções tecnológicas no processo produtivo, alternativas de descarbonização ao longo do ciclo de vida do produto que ajudem o setor a alcançar a neutralidade de emissões no Brasil até 2050. Embora o setor de cimento no país já registre um dos mais baixos índices de emissão de CO2 equivalente em comparação com padrões internacionais, há um compromisso crescente com a adoção de soluções que impulsionem a competitividade e a sustentabilidade.

Diante desse cenário, serão analisadas melhorias no processo produtivo e uso do produto, considerando barreiras regulatórias e financeiras e a incorporação de tecnologias inovadoras, como captura e armazenamento de carbono (CCS), combustíveis e matérias-primas alternativas, eficiência energética, uso de hidrogênio verde e produção de concreto de baixo carbono.

Entre as ações previstas estão o mapeamento de iniciativas já implementadas no Brasil, a identificação de fontes de financiamento nacionais e internacionais para viabilizar a modernização do setor e o desenvolvimento de uma plataforma digital para conectar projetos inovadores com oportunidades de investimento.

Essa iniciativa faz parte do Partnership for Net Zero Industry, programa internacional que apoia países em desenvolvimento na descarbonização de setores industriais de difícil descarbonização, como cimento e aço, por meio de assistência técnica e promoção de tecnologias inovadoras. Além disso, o estudo integra o escopo do Hub de Descarbonização da Indústria (ID Hub), plataforma coliderada pelo Brasil e pelo Reino Unido, que visa fomentar investimentos e parcerias para acelerar a transição da indústria para uma economia de baixo carbono. A UNIDO é responsável pela gestão do Secretariado do ID Hub, atuando para facilitar parcerias estratégicas.

A definição do Roadmap sustentável para a indústria de cimento deverá ser concluída em até 18 meses e contribuirá para que a indústria cimenteira brasileira se alinhe às metas estabelecidas pelo Acordo de Paris e pela Política Nacional sobre Mudança do Clima, consolidando sua trajetória rumo à neutralidade de carbono.

Vale destacar que a descarbonização da indústria é uma prioridade para o Brasil, e o setor cimenteiro tem um papel estratégico nesse processo. Nesse sentido, a indústria está à frente dos debates na agenda climática, como uma das referências globais pela baixa emissão no seu processo produtivo, fruto de investimentos, majoritariamente ao longo das últimas duas décadas, em matérias-primas (adições) e combustíveis alternativos (coprocessamento), bem como na melhoria da sua eficiência energética. O setor é o primeiro no país a ter um Roadmap de Descarbonização e está atualizando suas bases para um Roadmap Net Zero 2050.

O setor está trabalhando junto com o governo na elaboração de metas setoriais (Plano Clima), contemplando tanto a descarbonização industrial quanto o crescimento econômico do setor para atender à demanda de infraestrutura e habitação, essenciais para o desenvolvimento socioeconômico do país. O Plano Clima será concluído e divulgado pelo Governo Federal em 2025, ano da COP30 no Brasil.

Além disso, o setor lidera a agenda do programa Nova Indústria Brasil (NIB),  missões específicas voltadas à neoindustrialização do país. Uma delas, a Missão 5, contempla Descarbonização, Transição Energética e Bioeconomia. Nesse sentido, a inclusão do setor de cimento com destaque na Missão 5 representa marco fundamental para o fortalecimento da integração entre o desenvolvimento socioeconômico e a redução das emissões de gases de efeito estufa (GEE).

UNIDO: setor de cimento inicia trajetória sustentável para zerar emissões até 2050

Representantes e especialistas da Organização das Nações Unidas para o Desenvolvimento Industrial (UNIDO), do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), do Sindicato Nacional da Indústria do Cimento (SNIC) e do Instituto E+ participaram no dia 05/02 da reunião de lançamento da atualização do roadmap de descarbonização para o setor de cimento, que levará em consideração tecnologias inovadoras capazes de zerar as emissões líquidas do setor de cimento no Brasil até 2050. A iniciativa faz parte do Partnership for Net Zero Industry, programa internacional de apoio a países em desenvolvimento para dar mais sustentabilidade a setores cujo processo produtivo é difícil de descarbonizar.

Embora o setor de cimento no Brasil já registre baixos índices de emissão de CO2 equivalente em comparação com padrões internacionais, há um compromisso crescente com a adoção de soluções que impulsionem a competitividade e sustentabilidade. Serão analisadas melhorias no processo produtivo, considerando barreiras regulatórias e financeiras, e a incorporação de tecnologias inovadoras, como captura e armazenamento de carbono (CCS), eficiência energética, uso de hidrogênio verde e produção de concreto de baixo carbono.

Entre as ações previstas estão o mapeamento de iniciativas já implementadas no Brasil, a identificação de fontes de financiamento nacionais e internacionais para viabilizar a modernização do setor e o desenvolvimento de uma plataforma digital para conectar projetos inovadores com oportunidades de investimento.

O secretário de Economia Verde, Descarbonização e Bioindústria do MDIC, Rodrigo Rollemberg, enfatizou o papel do governo na coordenação dessa agenda: “A descarbonização da indústria é uma prioridade para o Brasil, e o setor cimenteiro tem um papel estratégico nesse processo. Com a construção deste roadmap, fortaleceremos as bases para uma transição sustentável e competitiva.”

Para o representante da UNIDO no Brasil, Clovis Zapata, a parceria com o setor é essencial para garantir um planejamento estratégico robusto e viável: “A UNIDO trabalhará em estreita colaboração com a indústria cimenteira e demais stakeholders para apoiar a implementação de soluções inovadoras e sustentáveis que posicionem o Brasil como referência na descarbonização do setor”, destacou.

O roadmap será elaborado com a participação do SNIC, entidade que representa o setor e contribuirá com dados e projeções para a construção de cenários realistas e viáveis. O presidente do SNIC e da ABCP, Paulo Camillo Penna, reforça a importância dessa iniciativa: “O desenvolvimento deste roadmap trará diretrizes fundamentais para que o setor possa avançar na redução de emissões sem comprometer a competitividade da indústria, garantindo um futuro sustentável e alinhado às metas climáticas.”

Essa iniciativa faz parte do Partnership for Net Zero Industry, programa internacional que apoia países em desenvolvimento na descarbonização de setores industriais de difícil descarbonização, como cimento e aço, por meio de assistência técnica e promoção de tecnologias inovadoras. Além disso, o estudo integra o escopo do Hub de Descarbonização da Indústria (ID Hub), plataforma coliderada pelo Brasil e pelo Reino Unido, que visa fomentar investimentos e parcerias para acelerar a transição da indústria para uma economia de baixo carbono. A UNIDO é responsável pela gestão do Secretariado do ID Hub, atuando para facilitar parcerias estratégicas.

A definição do roadmap sustentável para a indústria de cimento deverá ser concluída em até 18 meses e contribuirá para que a indústria cimenteira brasileira se alinhe às metas estabelecidas pelo Acordo de Paris e pela Política Nacional sobre Mudança do Clima, consolidando sua trajetória rumo à neutralidade de carbono.

Fonte: UNIDO

Vendas de cimento iniciam o ano em alta

A indústria do cimento registrou um início de ano com desempenho de vendas favorável. A comercialização do insumo no país em janeiro totalizou 5,2 milhões de toneladas, um crescimento de 5,3% em relação ao mesmo mês de 2024 e uma alta de 10% frente a dezembro último, de acordo com o Sindicato Nacional da Indústria de Cimento (SNIC).

 

 

O Povo da Tarde – CBN

O jornal “O Povo da Tarde”, da CBN, apresentado por Maísa Vasconcelos e Letícia Lopes, traz em sua edição de 29/01/2025 entrevista com a engenheira Glécia Vieira (ABCP Norte / Nordeste) sobre soluções para cidades capazes de mitigar os efeitos das mudanças climáticas, em especial as ondas de calor. Os destaques foram o pavimento intertravado e o pavimento permeável de concreto.

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Jornal da TV Thathi

O “Jornal da TV Thathi”, apresentado por Gabriela Leite diretamente dos estúdios da TV Thathi SBT em São José dos Campos-SP, traz em sua edição de 28/01/2025 matéria sobre o aumento das vendas do cimento em 2024, em relação a 2023, conforme relatório do SNIC. O presidente da ABCP e do SNIC foi entrevistado no programa.

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