Nossa marca para o futuro

A ABCP apresenta o Vídeo Manifesto de sua nova marca, que reflete o compromisso da entidade com a construção de uma sociedade moderna. Por meio da conexão e integração de ideias, pessoas, conhecimento, tecnologias e experiências, estamos contribuindo para fortalecer o setor da construção.

Nosso trabalho impulsiona a competitividade e a excelência do mercado, sempre com foco em soluções construtivas sustentáveis, alinhadas às demandas do futuro.

 

Paulo Camillo Penna analisa crescimento do setor e perspectivas para 2025

O presidente do SNIC e da ABCP, Paulo Camillo Penna, foi entrevistado nesta quarta-feira, 12/3, pelo programa Radar Times Brasil, do canal CNBC. Ele analisou o crescimento do setor e os desafios para este ano, como câmbio, inflação e endividamento da população. A sustentabilidade e a descarbonização, focos da indústria, também foram destacadas na entrevista.

Em relação às vendas, Paulo Camillo lembrou que o setor teve crescimento já em 2024, recuperando as perdas de 2022 e 2023, e que manteve no início de 2025 a curva ascendente. Em fevereiro, as vendas de cimento chegaram a 5,1 milhões de toneladas, 7,5% maior que no mesmo mês de 2024, acumulando alta de 4,1% no bimestre, em comparação com o mesmo período de 2024.

O presidente destacou, porém, que alguns fatores preocupam, como o alto nível de endividamento da população, inflação alta, manutenção do câmbio elevado e taxa de juros crescente. Segundo ele, isso pode frustrar o desempenho futuro do setor na velocidade atual. “As nossas projeções para 2025 são de um crescimento entre 1% e 1,5%”, disse. O entrevistado lembrou da contribuição do setor habitacional para o bom desempenho do mercado, mas destacou a necessidade de haver maior aporte de investimentos em infraestrutura. Também expôs as iniciativas do setor para reduzir as emissões de gases de feito estufa.

Assista a entrevista completa:

Indústria do cimento apresenta forte alta em fevereiro

A indústria do cimento registrou um desempenho de vendas favorável. A comercialização do insumo no país em fevereiro totalizou 5,1 milhões de toneladas, um crescimento de 7,5% em relação ao mesmo mês de 2024 e uma alta de 6,4% frente ao mesmo período do ano passado, de acordo com o Sindicato Nacional da Indústria de Cimento (SNIC).

 

Vendas de cimento iniciam o ano em alta

A indústria do cimento registrou um início de ano com desempenho de vendas favorável. A comercialização do insumo no país em janeiro totalizou 5,2 milhões de toneladas, um crescimento de 5,3% em relação ao mesmo mês de 2024 e uma alta de 10% frente a dezembro último, de acordo com o Sindicato Nacional da Indústria de Cimento (SNIC).

 

 

Jornal da TV Thathi

O “Jornal da TV Thathi”, apresentado por Gabriela Leite diretamente dos estúdios da TV Thathi SBT em São José dos Campos-SP, traz em sua edição de 28/01/2025 matéria sobre o aumento das vendas do cimento em 2024, em relação a 2023, conforme relatório do SNIC. O presidente da ABCP e do SNIC foi entrevistado no programa.

Assista à matéria:

Vendas de cimento fecham 2024 em alta

As vendas de cimento em dezembro somaram 4,7 milhões de toneladas, um crescimento de 2,8% em relação ao mesmo mês de 2023, de acordo com o Sindicato Nacional da Indústria de Cimento (SNIC). Com esse resultado, o setor termina o ano de 2024, com um total de 64,7 milhões de toneladas de cimento vendidas, um aumento de 3,9%, ou seja, 2,4 milhões de toneladas a mais sobre o ano anterior. 

Pavimento Urbano de Concreto avança como solução para contribuir com conforto climático

O atendimento às diversas demandas nos municípios brasileiros torna-se, a cada dia, mais complexo. Cresce a importância da boa aplicação dos escassos recursos financeiros. Este ano, em particular, o acirramento dos fenômenos ligados às mudanças climáticas colocou novo desafio ao gestor público.

Em busca de soluções inovadoras e viáveis economicamente, e que possam contribuir para proporcionar maior conforto térmico e reduzir as chamadas ilhas de calor, mais de 150 municípios já adotam o Pavimento Urbano de Concreto (PUC).  

Isso porque de dia o PUC reflete melhor a radiação solar e pode minimizar em até 4°C a temperatura ambiente e reduzir em até 14°C a temperatura da superfície das vias e a emissão de dióxido de carbono (CO2). 

A pavimentação de concreto em vias urbanas, que começou com corredores de ônibus e hoje está presente também em vias de menor tráfego, é uma realidade no país. Essa expansão se deve às vantagens competitivas do PUC, como a vida útil até cinco vezes mais longa, comparada ao asfalto, a redução de custos na manutenção, a reflexão de luz até 30% superior ao asfalto e a consequente redução no consumo de energia elétrica das cidades. 

A tecnologia durável e sustentável foi escolhida por municípios em todas as regiões brasileiras. No Sul, o PUC está presente em 55 municípios com cerca de 200 km pavimentados. No Sudeste, Cachoeiro de Itapemirim, no Espírito Santo, já tem cerca de 43 km de vias pavimentadas com concreto. 

Um dos casos de maior sucesso no uso do PUC é o município de Piracicaba, no interior de São Paulo, que receberá pavimento de concreto em cerca de 45 km de avenidas e ruas da cidade com intenso fluxo de veículos, e integra um pacote de recuperação de 258 km da malha viária, incluindo revestimento asfáltico. 

A inovação no município foi o uso do pavimento de concreto reforçado com macrofibras, tecnologia usada em inúmeras cidades ao redor do mundo, desde ruas e avenidas de tráfego leve a pesado até rodovias, mas principalmente em locais que necessitam de um pavimento sobre outro existente, como é o caso de Piracicaba. Dentre os benefícios da tecnologia estão a menor emissão de CO2 no seu ciclo de vida, menor consumo de combustíveis e otimização do uso de materiais.

A pavimentação de concreto em Piracicaba é acompanhada por representantes da Associação Brasileira de Cimento Portland (ABCP), Associação Brasileira das Empresas de Serviços de Concretagem (ABESC) e Associação Brasileira da Indústria de Fibras para Construção Civil e Produtos Afins (ABIFIBRA).

Investimentos em habitação estimulam a retomada da indústria do cimento

As mudanças nas regras do programa Minha Casa Minha Vida (MCMV), com a aprovação da nova forma de correção do FGTS, além de possibilitar o acesso a moradias a milhares de famílias brasileiras, em especial as de baixa renda, deve impactar positivamente na retomada da indústria da construção civil.

Desde a volta do programa em 2023, mais de 750 mil unidades habitacionais foram financiadas, movimentando quase 150 mil empresas envolvidas na cadeia da construção, de habitações e obras de infraestrutura, além de fornecedores de materiais, máquinas e equipamentos, que empregam diretamente, em torno de 2,2 milhões de pessoas.

A meta estabelecida pelo governo federal para o programa Minha Casa, Minha Vida é de 2 milhões de moradias até 2026. Para que as obras sejam entregues dentro do prazo previsto, o mercado busca soluções que possam reduzir custos, evitar desperdícios, integrar processos e eliminar etapas e, por consequência, acelerar a construção dos conjuntos habitacionais em todo país.

Os empreendimentos que utilizam alvenaria estrutural com blocos de concreto, estes produzidos em fábricas estabelecidas e com selo da qualidade, ou paredes de concreto moldadas no local da obra, têm ganhado destaque devido à economia, agilidade, competitividade e ao trabalho que a indústria brasileira do cimento tem feito, em parceria com outras entidades da cadeia produtiva, de engajamento e capacitação dos profissionais e empresas da construção civil.

Dentre os benefícios dessas tecnologias está a padronização e velocidade de construção, permitindo às construtoras abraçarem projetos com prazos apertados e alta repetitividade.

Os sistemas construtivos à base de cimento apresentam algumas vantagens em comparação aos convencionais, como menor tempo de execução devido à alta produtividade e à industrialização (chega a ser um terço mais rápido), racionalização com a redução na geração de resíduos (em até dois terços), colaborando para a sustentabilidade, e diminuição de custos em até 15%.

Todas essas vantagens reforçam a importância do cimento como insumo indispensável para a retomada dos investimentos habitacionais e de infraestrutura.