Cidades substituem asfalto por piso intertravado para maior durabilidade e sustentabilidade

As chuvas intensas agravam problemas no asfalto das cidades, impactando motoristas e exigindo constantes reparos. Para solucionar esses problemas, diversas cidades adotam o piso intertravado com blocos de concreto, uma alternativa mais sustentável e econômica. No Ceará, a Universidade Federal do Ceará (UFC) desenvolve estudos para aprimorar essa técnica. A medida pode reduzir custos de manutenção e melhorar a drenagem urbana. A ABCP apoia tecnicamente a UFC para o desenvolvimento do estudo e, de modo geral, as iniciativas de uso dessa tecnologia no Estado do Ceará.

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Cidades substituem asfalto por piso intertravado para maior durabilidade e sustentabilidade

As chuvas intensas agravam problemas no asfalto das cidades, impactando motoristas e exigindo constantes reparos. Para solucionar esses problemas, diversas cidades adotam o piso intertravado com blocos de concreto, uma alternativa mais sustentável e econômica. No Ceará, a Universidade Federal do Ceará (UFC) desenvolve estudos para aprimorar essa técnica. A medida pode reduzir custos de manutenção e melhorar a drenagem urbana. A ABCP apoia tecnicamente a UFC para o desenvolvimento do estudo e, de modo geral, as iniciativas de uso dessa tecnologia no Estado do Ceará.

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ABCP LAB: referência técnica para a cadeia produtiva do cimento

Pioneiro a realizar análises para toda a cadeia do setor cimenteiro, atendendo desde empresas fabricantes até o mercado consumidor, o Laboratório da ABCP também se consolidou como referência técnica na normalização do cimento, concreto e sistemas construtivos à base de cimento comercializados no País. É protagonista no desenvolvimento, revisão e implementação de normas técnicas, que promovem a qualidade e a durabilidade das estruturas, e também o bom desempenho e o uso racional do cimento.

Nesse sentido, acompanhou de perto a expansão da atividade industrial no País, tendo sido responsável pela criação das primeiras Normas Técnicas Brasileiras (NBRs), que foram as de cimento e concreto. Desde então, desenvolve estudos e pesquisas técnicas voltados à normalização e sedia o ABNT/CB-018 Comitê Brasileiro de Cimento, Concreto e Agregados, da Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT, que vem apresentando avanços significativos em publicações e projetos.

O Laboratório da ABCP atende suas demandas fazendo uso das mais modernas técnicas analíticas para controle da qualidade e desenvolvimento de produtos, investigação e prevenção de manifestações patológicas em estruturas de concreto, além da elaboração de laudos técnicos com recomendações de boas práticas da engenharia do concreto. Só em 2023 foram emitidos quase 10 mil laudos para clientes.

As instalações, recentemente ampliadas, oferecem suporte à indústria do cimento em uma grande variedade de questões, entre as quais destacam-se: caracterização de matérias-primas e clínqueres, análises ambientais e desempenho de adições ativas, entre outros temas.

A ABCP realiza em suas instalações mais de 600 diferentes ensaios, grande parte deles acreditados pelo INMETRO e que seguem rigorosamente as normas nacionais e/ou estrangeiras. Todas essas atividades contam com um time de 44 especialistas experientes.

O Laboratório da ABCP começou a funcionar em 1940 com equipamentos importados e hoje é um dos mais modernos e renomados do País na área de construção civil, prestando serviços a empresas de todo o setor. A sua história acompanha o desenvolvimento da indústria nacional e coleciona trabalhos pioneiros em química, mineralogia e estudos do cimento e do concreto.

Ele é referência no Programa Setorial de Qualidade do PBQP-H e coordena o Selo da Qualidade ABCP para cimento e blocos de concreto. Para garantir a qualidade de seus serviços, integra a Rede Brasileira de Laboratórios de Ensaios e a Rede Brasileira de Calibração, possuindo Certificações ISO 9001 e Inmetro.

Há quatro anos sedia o hubIC, o primeiro e único hub do País focado em inovação hard tech e construção digital, fruto do acordo de cooperação técnica da ABCP/SNIC com a Universidade de São Paulo (USP), por meio da Escola Politécnica (Poli). Desde então, para atender aos projetos de pesquisa e inovação de interesse dos parceiros, o Laboratório da Associação passou por uma grande transformação, visando a incorporação de um laboratório de  impressão 3D e espaço de coworking.

O ABCP LAB está de portas abertas para atender às necessidades de toda a cadeia da construção civil, por mais específicas que sejam. Para quem ainda não conhece o Laboratório, agende uma visita.

Indústria do cimento contribuirá para destinação sustentável do lixo na região metropolitana de BH

Os principais representantes da cadeia produtiva do cimento estiveram reunidos nesta terça-feira (5) com autoridades do poder público local, estadual, especialistas internacionais e governo federal, para apresentação do programa de cooperação regional Euroclima+, que tem como objetivo promover o desenvolvimento ambientalmente sustentável e resiliente na América Latina.

O encontro, realizado no Hotel San Diego Veredas Sete Lagoas, no município de Sete Lagoas, na região metropolitana de Belo Horizonte, foi organizado pela Deutsche Gesellschaft für Internationale Zusammenarbeit (GIZ), empresa federal alemã que atua na cooperação técnica com diversos países e regiões geográficas.

Por meio do Programa Euroclima+, a GIZ coordena a implementação da ação no Brasil, visando apoiar a transformação sustentável do setor industrial brasileiro. A iniciativa tem apoio do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), do Governo de Minas Gerais, do Sindicato Nacional da Indústria de Cimento (SNIC) e da ABCP.

Durante o encontro, buscou-se estabelecer uma estratégia de desenvolvimento sustentável inspirada nos princípios do “Acordo Verde” da União Europeia, com foco na criação de mecanismos e uma nova rota tecnológica para o tratamento e valorização de resíduos urbanos domésticos.

O objetivo deste trabalho é priorizar a reciclagem com inclusão, fortalecendo a atuação das cooperativas de catadores da região metropolitana de Belo Horizonte, contribuindo para um maior reaproveitamento dos resíduos, resultando na redução consequente das emissões de gases de efeito estufa (GEE).

“Essa abordagem não apenas assegurará plena conformidade com as normativas estabelecidas pela Política Nacional de Resíduos Sólidos de 2010 e o Novo Marco do Saneamento, publicado em 2020, mas também desempenhará um papel significativo na redução das emissões de carbono na indústria do cimento brasileira até 2050. Além disso, fortalecerá a cooperação necessária entre os setores público e privado, buscando soluções mutuamente benéficas”, afirmou o presidente da ABCP e do SNIC, Paulo Camillo Penna.

A iniciativa visa estabelecer diretrizes para a viabilidade desse processo, estimulando a produção de combustíveis alternativos e sua destinação por meio da tecnologia de coprocessamento de resíduos em linha com a economia circular. “A ação ocorre em um local particularmente propício para a concretização de seus objetivos, devido à presença de uma indústria cimenteira robusta na área”, destacou o gerente de Coprocessamento da ABCP, Daniel Mattos. Para tanto, o projeto envolverá a colaboração de quatro fábricas de cimento estrategicamente localizadas em Sete Lagoas, Matozinhos, Pedro Leopoldo e Vespasiano e envolverá três fases de implantação.

Coprocessamento avança na indústria cimenteira

O coprocessamento, atividade responsável pela transição energética na indústria do cimento, atingiu sua melhor marca em 2022, desde o início das medições. Foram 3,035 milhões de toneladas de resíduos coprocessados, sendo 2,856 milhões de toneladas de combustíveis alternativos e biomassas e 179 mil toneladas de matérias-primas alternativas. Ao todo foram cerca 2,9 milhões de toneladas de CO2 evitados no período. É o que revela o Panorama do Coprocessamento 2023 (ano base 2022), divulgado em novembro pela ABCP durante o 8º Congresso Brasileiro do Cimento (CBCi), em São Paulo.

A atividade alcançou 30% de participação na matriz energética – antecipando a meta prevista para 2026. Já são 25,813 milhões de toneladas de resíduos coprocessados nos fornos de cimento de 1999 a 2022, volume que deixou de ser destinado a aterros e foi transformado em energia ou ainda que substituiu matérias-primas utilizadas pela indústria do cimento, preservando os recursos naturais em linha com a circularidade.

Com o coprocessamento, o setor mantém seu compromisso e segue atuando na redução das emissões de CO2, com o uso de diversos tipos de resíduos em substituição ao coque de petróleo, combustível fóssil mais utilizado no processo de fabricação de cimento.

Inúmeros são os exemplos de resíduos coprocessados pela indústria do cimento, como: pneus usados; resíduos da agroindústria (como palha de arroz, casca de babaçu e caroço de açaí) e mais recentemente os resíduos sólidos urbanos – lixo doméstico, na sua fração não reciclável. Só em pneus inservíveis foram coprocessados 340 mil toneladas em 2022, o que corresponde a cerca de 68 milhões de pneus.

 

Alaim De Paula – Consultor que está desenvolvendo o projeto pela GIZ

Coordenadora de Projetos Euroclima+ – GIZ

Daniel Mattos – head de Coprocessamento da ABCP

José Eduardo – CEO da Cimento Nacional

 

Informações para Imprensa

Celso de Souza (11) 99193-1593 – celso.souza@fsb.com.br
Daniela Nogueira (11) 96606-4960 – daniela.nogueira@fsb.com.br

ABCP celebra 87 anos de excelência em tecnologia sobre produção e aplicação do cimento

No dia 5 de dezembro de 2023, a Associação Brasileira de Cimento Portland (ABCP) celebra 87 anos de fundação. Desde 1936 a associação segue na vanguarda, liderando debates, pesquisas, ensaios e estudos sobre o cimento e tendo se tornado referência nacional e internacional de excelência em tecnologia referente ao cimento e seus sistemas construtivos. 

A ABCP foi protagonista de marcos históricos ao longo de quase 100 anos de produção do cimento no país. Acompanhou a expansão da atividade com a expansão urbana e verticalização das cidades, até passar a figurar entre as 10 maiores produtoras mundiais, com uma capacidade instalada de 94 milhões de toneladas/ano. 

Além de ressaltar essa relevância global, a indústria brasileira do cimento é responsável por mais de 80 mil empregos, receita de R$ 23 bilhões ao ano, arrecadação líquida anual de R$ 3,6 bilhões em tributos e desempenha um importante papel com respeito à sustentabilidade, principalmente no que tange à questão da substituição de combustíveis fósseis por fontes alternativas. 

A atividade de coprocessamento responsável pela transição energética em nossa cadeia produtiva alcançou 30% de participação na matriz energética – antecipando a meta prevista para 2026. Já são 25,813 milhões de toneladas de resíduos coprocessados nos fornos de cimento de 1999 a 2022, ou seja, uma nova destinação aos resíduos, que deixam de ir para aterros e são transformados em energia ou substituem matérias-primas utilizadas pela indústria do cimento, preservando os recursos naturais em linha com a circularidade. 

Com o coprocessamento, o setor mantém seu compromisso e segue atuando na redução das emissões de CO2, com o uso de diversos tipos de resíduos em substituição ao coque de petróleo, combustível fóssil mais utilizado no processo de fabricação de cimento. 

Na agenda de sustentabilidade, a indústria, por intermédio da ABCP, deu um importante passo ao lançar durante o 8º Congresso Brasileiro de Cimento (CBCi) as bases do Roadmap Net Zero para acelerar a transição rumo a uma economia neutra em carbono. O setor que, internacionalmente, foi o primeiro a firmar um compromisso de neutralidade climática em escala global, dentro do programa Race to Zero da ONU, agora avança no seu compromisso de neutralidade climática no Brasil. 

A iniciativa vem num momento mais do que oportuno, quando se discute no âmbito nacional a descarbonização dos setores industriais – e da economia como um todo – com ativa participação da indústria do cimento na esfera setorial e federal. 

Por se tratar de um país com dimensões continentais, a ABCP está conectada – juntamente com o produto que representa – à sociedade e à cadeia produtiva da construção de diversas formas, quais sejam: edificações para distintas finalidades (moradias, escolas, hospitais, centros e espaços de lazer entre tantos), aeroportos, portos, ferrovias, mar e rios. Não bastasse o enorme déficit habitacional brasileiro, onde o cimento tem participação preponderante, tem-se também a extensão da malha viária nacional, de 1.720.700 quilômetros de estradas e rodovias, da qual apenas 12,4% está pavimentada. 

Portanto, é imprescindível incluir o concreto como opção nas licitações de ruas e rodovias, por ser um sistema construtivo de maior durabilidade, mais econômico, que exerce menor impacto ambiental e ainda traz conforto e segurança para o usuário. 

No que tange à aplicação e uso de soluções para as cidades, o setor segue apoiando os municípios brasileiros com sistemas construtivos que atendam às necessidades locais por infraestrutura e tragam melhorias a favor da mobilidade urbana, saneamento, espaços públicos e habitação. 

Na pauta da inovação, o acordo de cooperação técnica com a Universidade de São Paulo (USP) para a criação de um espaço focado em pesquisa e desenvolvimento a favor da construção digital (hubIC) alcançou resultados significativos, como a produção das primeiras peças cimentícias em 3D e a adesão de mais de 30 companhias ao ambiente de construção digital. 

Todas essas conquistas merecem ser celebradas e motivam o setor e a entidade a seguirem em frente, mantendo a ABCP moderna, atualizada e de excelência, consolidando assim, cada dia mais, o compromisso de representar uma indústria forte e necessária, que é base para desenvolvimento econômico e social do Brasil. 

Indústria do Cimento apresenta na Caixa desafios e soluções do coprocessamento

A indústria do cimento se reuniu na tarde da quinta-feira, 22/6, na sede da Caixa Econômica Federal, em Brasília, com a Diretoria do FEP (Fundo de Apoio à Estruturação de Projetos de Concessão e PPP), sob gestão da Caixa, e com a SPPI (Secretaria do Programa de Parcerias da Casa Civil), para realização do workshop “Indústria do Cimento: Tecnologia do Coprocessamento – Desafios e Soluções”.

O workshop visou ampliar o conhecimento sobre a atividade do coprocessamento de resíduos e buscar alianças, uma vez que o FEP atua na estruturação e no desenvolvimento de projetos de concessão e parcerias público-privadas voltados ao aperfeiçoamento do manejo do resíduos urbanos para consórcios municipais ou arranjos regionais já estabelecidos. Atualmente cerca de 15 projetos estão em carteira.

O encontro resultou no compromisso de assinatura de um Memorando de Entendimento (MoU), para compartilhar conhecimento técnico e identificar sinergias atuais e futuras com base na localização das plantas industriais. O encontro também dá prosseguimento a uma série de reuniões com a ABCP e consagra entendimentos do agente financeiro em torno de projetos de gestão de resíduos com um parceiro de reconhecida competência e com capacidade de compartilhar conhecimento com os agentes públicos que lidam com o tema. “A reunião foi extremamente positiva e há boas perspectivas de retorno para o setor a médio prazo, à medida que os projetos forem sendo concluídos”, disse Daniel Mattos, head de Coprocessamento da ABCP.

MDIC e CNI promovem “diálogo” sobre mercado de carbono

Foto: Gilberto Sousa / CNI

Indústria estruturou proposta de modelo regulado de precificação de emissões de gases de efeito estufa que pode movimentar até R$ 128 bilhões em receitas

A Confederação Nacional da Indústria (CNI) sediou na terça-feira, 20, o “Diálogo: O Mercado Regulado de Carbono e a Competitividade Industrial”, promovido pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) em conjunto com a própria CNI. O evento contou com a presença do vice-presidente e ministro do MDIC, Geraldo Alckmin, do secretário de Economia Verde, Descarbonização e Bioindústria do MDIC, Rodrigo Rollemberg, do presidente da CNI, Robson Braga de Andrade, e de representantes da União Europeia, do Banco Mundial e de diversas associações setoriais, dentre elas ABCP e SNIC.

Durante o encontro, o vice-presidente Geraldo Alckmin reafirmou o compromisso do governo brasileiro com o desenvolvimento sustentável e apontou, como um importante passo nessa direção, a regulação do mercado de carbono. Lembrou que “o governo federal reuniu mais de 15 ministérios para a elaboração de um projeto de mercado regulado de carbono para o país e que o texto final deve ser concluído nas próximas semanas”.

Também na abertura, o presidente da CNI, Robson de Andrade, ressaltou a posição da indústria como aliada na busca de soluções para os desafios da sustentabilidade. “A indústria tem um papel fundamental na consolidação de uma economia de baixo carbono que seja, ao mesmo tempo, dinâmica e inovadora. A participação ativa da indústria na estruturação e na gestão desse novo mercado ajudará o país a ter um sistema eficiente de comércio de emissões”, declarou.

No “Diálogo”, a CNI também lançou o documento “Proposta da Indústria para o Mercado Regulado de Carbono”, que apresenta contribuições para a construção de um Sistema de Comércio de Emissões no Brasil moderno, eficiente e que preserve a competitividade ambiental e econômica da indústria nacional.

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Governo de Goiás conhece as instalações de preparo de CDR de Salto-SP

Sob coordenação da ABCP, uma missão técnica da Secretaria de Desenvolvimento Sustentável do Estado de Goiás visitou em maio as instalações de Triagem Mecanizada da Usina de Valorização de Resíduos Sólidos Urbanos da cidade de Salto-SP.

Inaugurada em agosto de 2020, a unidade é operada pela Corpus Saneamento e tem capacidade de triagem de mais de 100 toneladas por dia. Nela, o lixo doméstico é recebido, triado (recicláveis e orgânicos) e, na última etapa do processo, os resíduos são transformados em CDR (Combustível Derivado de Resíduos) e direcionados para o coprocessamento, como fonte energética para a indústria do cimento.

A menor disposição em aterros, transformando resíduos em recursos, é uma solução sustentável e que traz enormes ganhos ambientais e de mitigação dos gases de efeito estufa. A solução passa a ser estudada pelo Estado de Goiás e pode ser replicada em inúmeras outras regiões do nosso país.

A comitiva contou com a presença do subsecretário de Planejamento, Gestão Ambiental e Desenvolvimento Sustentável, José Bento da Rocha, e da superintendente de Políticas Públicas em Saneamento do Estado, Kaoara Batista de Sá, bem como outros membros da secretaria. A ABCP foi representada por Daniel Mattos, head de Coprocessamento, e associadas: InterCement, Cristiano Ferreira, e Votorantim Cimentos, Larissa Dias.

> Saiba mais sobre a Usina de Salto.