Um balanço do maior evento da indústria brasileira do cimento  

Com mais de 1,1 mil participantes, 9º CBCi mostra liderança da indústria do cimento em temas vitais para a sustentabilidade

O 9º Congresso Brasileiro do Cimento – CBCi, promovido pela ABCP e pelo SNIC, deve entrar para a história como o maior e melhor evento da indústria brasileira do cimento até o momento. Realizado no Golden Hall WTC São Paulo, reuniu durante três dias (30 de junho a 2 de julho de 2025) mais de 1.100 pessoas e cerca de 100 palestras e apresentações sobre os principais temas que orientam o setor, como descarbonização, transição energética, infraestrutura e inovações tecnológicas. O 9º CBCi teve a companhia da Exposição Internacional do Cimento – ExpoCimento 2025, igualmente relevante, com mais de 50 expositores da cadeia produtiva do cimento, e do II Simpósio Brasileiro de Ciência do Cimento (SBCC 2025).

Mas os números exitosos explicam apenas em parte o sucesso do evento. O grande destaque foi o conteúdo apresentado sobre as iniciativas, o papel e as perspectivas da indústria nacional frente à necessidade de mitigação da pegada de carbono do setor (e também da construção civil), justamente no ano em que o Brasil sedia a 30ª Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas, a COP30, em Belém-PA. Em meio a estudos e análises consistentes, apresentados por especialistas nos temas, o evento trouxe ao final uma iniciativa inédita: uma mesa-redonda de CEOs sobre assuntos que afetam o setor: reformas e políticas públicas, inovação tecnológica, perspectivas de mercado e aspectos ambientais. Na verdade, um bate-papo descontraído raramente compartilhado com o público.

 

Descarbonização e crescimento econômico

Na abertura do evento, o Presidente da Associação Brasileira de Cimento Portland (ABCP) e do Sindicato Nacional da Indústria do Cimento (SNIC), Paulo Camillo Penna, deu o tom do que seria o encontro, destacando a contribuição da indústria brasileira de cimento diante das mudanças climáticas e as soluções sustentáveis desenvolvidas por ela nas últimas décadas.

“É nesse cenário que a indústria brasileira do cimento se apresenta, não como um problema, mas como parte essencial da solução. Há muitos anos assumimos com seriedade e compromisso nosso papel diante da agenda global. Atuamos com responsabilidade ambiental, social e econômica. Fomos pioneiros e seguimos como referência internacional em descarbonização. Desde 1990 temos uma das menores pegadas de carbono do mundo. Tratamos com rigor técnico e visão estratégica temas como combustíveis alternativos, adições ao cimento, matérias-primas substitutas do clínquer, eficiência energética e soluções de captura, estocagem e uso de carbono, sejam elas tecnológicas ou baseadas na natureza. Essa trajetória nos orgulha, mas também nos impõe continuar avançando”, destacou o dirigente.

No início do Congresso, importantes lideranças, como o Presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Ricardo Alban, o Presidente da Global Cement and Concrete Association (GCCA), Thomas Guillot, o deputado federal Rodrigo Rollemberg e o Secretário de Desenvolvimento Econômico do Estado de São Paulo, Jorge Lima, analisaram as necessidades e a contribuição da indústria nacional para um mundo ecoeficiente.

“O desenvolvimento socioeconômico do país depende de uma indústria forte, uma vez que ela responde pela infraestrutura e o cimento é transversal”, disse Ricardo Alban (CNI), que anunciou o Sistema Business COP (SB COP), iniciativa da CNI que visa mobilizar o setor empresarial para a COP30. O objetivo é estruturar uma representação empresarial internacional, semelhante ao que ocorre no G20 e no BRICS, para garantir que as contribuições do setor privado sejam consideradas nas decisões da COP30 e de conferências futuras. “Queremos mostrar cases, para transformar a COP em uma vitrine de bons exemplos”, disse, referindo-se às iniciativas do cimento. Os esforços da indústria também foram reconhecidos pelo embaixador André Côrrea do Lago, presidente da COP30, em depoimento exibido em vídeo, na abertura do evento.

Maior autoridade no assunto, o Presidente da GCCA, Thomas Guillot, destacou as perspectivas nacionais para alcançar a neutralidade climática. “A indústria brasileira é referência nessa agenda, fruto de investimentos, majoritariamente ao longo das últimas duas décadas, em matérias-primas (adições) e combustíveis alternativos (coprocessamento), bem como na melhoria da sua eficiência energética”.

Mais recentemente, a indústria participou da histórica aprovação do Marco Legal do Mercado de Carbono no Brasil, instituindo o Sistema Brasileiro de Comércio de Emissões, e agora trabalha na sua regulamentação. Em paralelo, atua ativamente, junto ao governo federal, na definição das metas setoriais de descarbonização e de crescimento econômico que integram o Plano Clima. A indústria tem sido presença constante e propositiva nos debates sobre transição energética, bioeconomia, descarbonização e neutralidade climática. Na Missão 5 da Nova Indústria Brasil, que aborda esses temas, levou ao Conselho Nacional de Desenvolvimento Industrial (CNDI) uma pauta concreta, construída em parceria com a indústria energointensiva.

 

O setor se movimenta

Sob moderação de Gonzalo Visedo, Head de Sustentabilidade do SNIC, executivos da Votorantim, Nacional (Grupo Buzzi, anunciado no evento), Ciplan, Apodi e InterCement expuseram em uma mesa-redonda as diversas iniciativas tomadas por suas empresas ao longo das últimas décadas (e também agora), visando a transição energética e a descarbonização.

Em outro painel, foram debatidos os instrumentos de descarbonização industrial dentro da Estratégia Climática Brasileira. Aloisio Melo, Secretário Nacional de Mudança do Clima do Ministério de Meio Ambiente (MMA), reconheceu a expertise e o esforço do setor e anunciou a perspectiva de créditos internacionais da ordem de 500 bilhões de dólares para projetos voltados à mudança climática, 4,5% desses recursos para a América Latina.

O coprocessamento de resíduos e biomassas em fornos de cimento tem sido um importante pilar da estratégia de descarbonização (já que substitui parte do combustível fóssil) e de solução sustentável na gestão de resíduos urbanos e industriais, por eliminar esse passivo ambiental. Daniel Mattos, Head de Coprocessamento da ABCP, trouxe números do “Panorama do Coprocessamento 2024″, publicado pela ABCP, para mostrar que, em 2023, pelo menos 29 milhões de toneladas de resíduos sólidos urbanos (RSU), de um total de 81 milhões de toneladas geradas, tiveram destinação inadequada e 5 milhões de toneladas sequer foram coletadas. Nesse mesmo ano, a indústria cimenteira brasileira coprocessou cerca de 3,25 milhões de toneladas de resíduos, evitando a emissão e o lançamento de aproximadamente 3,4 milhões de toneladas de dióxido de carbono (CO₂) na atmosfera, o que ocorreria se fosse usado o coque de petróleo como combustível.

 

Gestão de resíduos

Diante de sua importância, o coprocessamento foi tema de mesas-redondas, que trouxeram experiências concretas de seus benefícios. Anicia Pio, Gerente de Desenvolvimento Sustentável da FIESP, e Cristiano Kenji Iwai, Subsecretário de Recursos Hídricos e Saneamento do Governo do Estado de São Paulo, destacaram a necessidade de promover a economia circular. “A destinação dos resíduos é adequada, mas linear. É preciso viabilizar novas rotas tecnológicas para fortalecer a economia circular”, disse Kenji. Ele anunciou a revisão do programa de resíduos do Estado de São Paulo, um plano de combate ao lixo no mar e a ampliação da logística reversa a outros atores da cadeia produtiva, antes restrita a embalagens.

Em outro painel, Rosamaria Milléo Costa, Secretária Executiva do Consórcio Intermunicipal para Gestão de Resíduos Sólidos Urbanos, João Audi, VP Economia Circular da Orizon, Anderson do Carmo Diniz, Subsecretário de Saneamento de Minas Gerais, e Pedro Coelho Teixeira Cavalcanti, auditor de Controle Externo do TCE-PE, debateram situações concretas em que o coprocessamento é instrumento de gestão de resíduos urbanos. A autarquia dirigida por Rosamaria Milléo reúne 26 municípios da região de Curitiba, coleta resíduos de 3,4 milhões de habitantes e tem a ABCP como parceira desde 2018.

O auditor Pedro Coelho lembrou que em Pernambuco cerca de 80% dos resíduos são destinados a aterros privados, restando buscar mais qualidade para o tratamento do material restante. O caminho pode estar no modelo da Orizon. Segundo o VP João Audi, a empresa possui 17 ecoparques e seu propósito é obter um aproveitamento completo dos resíduos. Situação bem diversa de Minas Gerais, onde ainda existem 222 municípios com lixões, segundo o subsecretário Anderson Diniz.

Todos concordam que o maior desafio é encontrar a sustentabilidade financeira das estruturas de coleta e tratamento, o que requer instrumentos fiscais e econômicos adequados e leis mais assertivas, principalmente nos níveis estadual e municipal. Uma mesa-redonda sobre o tema reuniu, no ultimo dia, representantes das principais empresas de tratamento de resíduos ou envolvidos com a atividade: Renova, Verdera (Votorantim Cimentos), Revalora (CSN Cimentos), Cimento Nacional e Orizon.

 

Infraestrutura

O último dia do congresso foi dedicado à infraestrutura e às cidades. Em relação ao primeiro tema, o Presidente da Associação Brasileira da Infraestrutura e Indústrias de Base (Abdib), Venilton Tadini, fez um diagnóstico da infraestrutura brasileira, apontando como problemas o esvaziamento das agências reguladoras e do Ibama, responsável pelo licenciamento de projetos. Por outro lado, identificou que o setor possui novas fontes de financiamento, como o mercado de capitais, fontes externas e o incremento dos recursos do BNDES, na casa dos 250 bilhões de reais.

A atratividade do setor a novos investimentos foi reforçada pelo Diretor de Engenharia do grupo Motiva, Angelo Lodi, que espera para breve o anúncio de 190 bilhões de reais em leilões para a pavimentação de 16 mil quilômetros de vias. A empresa detém a concessão de 4.475 km de rodovias em seis estados, além de negócios nas áreas ferroviária e aeroportuária.

O Diretor de Planejamento e Pesquisa do DNIT, Luiz Guilherme Rodrigues de Mello, mostrou-se otimista com a recuperação da capacidade de investimento do órgão nos últimos dois anos e confirmou o avanço do pavimento de concreto na malha federal, presente hoje em 4,5% das rodovias e com potencial para alcançar 10% em breve. O órgão já trabalha com o prazo de projeto de 30 anos, o que mostra a alta competitividade do pavimento de concreto, tanto técnica como economicamente.

 

Cidades

Entre as apresentações feitas no último dia do CBCi, a palestra do Diretor-presidente do Instituto Cidades Sustentáveis, Jorge Abrahão, chamou a atenção pelo volume de dados que permitem uma ampla visão dos municípios brasileiros. A entidade acompanha, por meio de mais de 100 indicadores, as desigualdades existentes dentro das próprias cidades, que afetam seu desenvolvimento e sustentabilidade.

A indústria do cimento possui várias soluções voltadas à sustentabilidade das cidades e algumas delas foram mostradas por Klecios Vieira, gestor das obras do Programa de Gestão de Risco Climático do bairro Novo Caximba, de Curitiba-PR, o maior projeto socioambiental do município, financiado pela Agência Francesa de Desenvolvimento (AFD).

 

Inovação

O papel da inovação na mitigação climática foi tema das apresentações dos professores da Escola Politécnica da USP Vanderley John e Rafael Pileggi, que também integram o Laboratório de Construção Digital do projeto hubIC, em parceria com ABCP e SNIC. Ambos trouxeram visões sobre a importância da tecnologia para que a construção civil possa fazer frente à emergência climática. “Os efeitos da mudança climática não vão mudar, ao contrário, vão se agravar”, diz Vanderley John, acrescentando que o mercado de carbono pode ser um indutor da inovação. O Secretário de Desenvolvimento Industrial, Inovação, Comércio e Serviços do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), Uallace Moreira Lima, reforçou a necessidade de governo e iniciativa privada trabalharem juntos e de forma estruturada.

 

A última palavra

O 9º CBCi reservou uma surpresa para o fechamento do evento. No último bloco, em painel mediado pelo Presidente da ABCP/SNIC, Paulo Camillo Penna, CEOs de grandes cimenteiras brasileiras formaram uma mesa-redonda para debater os temas cruciais do setor. Estavam presentes os CEOs Alexander Capela Andras (Cimento Itambé), José Eduardo Ferreira Ramos (Cimento Nacional), Sérgio Bautz (Ciplan Cimento Planalto) e Roberto de Oliveira (Mizu Cimentos), e Álvaro Lorenz, Diretor Global de Sustentabilidade da Votorantim Cimentos. Os executivos debateram temas como os ciclos de crescimento e retração do mercado, confiança no futuro do país, consumo do cimento, inovação tecnológica na forma de construir, compartilhamento de experiências, qualidade de máquinas e equipamentos, passando pelos aspectos ambientais. O 9º CBCi foi encerrado com um comunicado do Presidente da ABCP/SNIC: em 2026 a indústria nacional do cimento celebra o seus centenário e a ABCPO, 90 anos de fundação; em 2027 ocorre o 10º Congresso Brasileiro do Cimento – CBCi.

Descarbonização, transição energética e inovações tecnológicas pautaram o principal evento do setor do cimento

O 9º Congresso Brasileiro do Cimento – CBCi e a primeira edição da Exposição Internacional do Cimento – ExpoCimento 2025 foram encerrados com resultados expressivos, tanto em público quanto na área de exposição. Durante três dias, o Golden Hall WTC São Paulo foi palco do maior evento da indústria brasileira de cimento, com a participação de mais de 1.100 pessoas, que puderam conferir uma programação com cerca de 100 palestras e apresentações do que existe de mais atual e relevante para a produção do insumo e também para as organizações que aplicam sistemas cimentícios.

Na abertura do Congresso, importantes especialistas internacionais, como o Presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Ricardo Alban, o Presidente da Global Cement and Concrete Association (GCCA), Thomas Guillot, o Deputado Federal Rodrigo Rollemberg e o Secretário de Desenvolvimento Econômico do Estado de São Paulo, Jorge Lima, analisaram as necessidades atuais, futuras e mundiais da indústria brasileira do cimento e seu papel transformador para um mundo ecoeficiente.

No ano em que Brasil será o centro das atenções na agenda ambiental ao sediar a COP30, o setor cimenteiro é referência internacional em descarbonização. Os esforços da indústria foram reconhecidos pelo presidente da COP30, embaixador André Côrrea do Lago, em depoimento exibido durante a abertura do evento.

Transição energética e descarbonização

No segundo dia do evento, autoridades, lideranças e especialistas nacionais e internacionais debateram as expectativas, tendências e posicionamentos da COP30, os instrumentos de descarbonização industrial dentro da Estratégia Climática Brasileira e as principais iniciativas da indústria.

Participaram dos debates os principais nomes da política climática em desenvolvimento pelo Governo Federal, como o deputado federal Rodrigo Rollemberg e o Secretário Nacional de Mudança do Clima (MMA), Aloisio Melo.

As perspectivas da indústria do cimento para alcançar a neutralidade climática foi apresentada pela maior autoridade no assunto, o presidente da Global Cement and Concrete Association (GCCA), Thomas Guillot.

Coprocessamento

Ainda no segundo dia do 9º CBCi, a tecnologia de coprocessamento como solução sustentável na gestão de resíduos urbanos foi tema de mesas-redondas, que contaram com a participação de Rosamaria Milléo Costa, Secretária Executiva do Consórcio Intermunicipal para Gestão de Resíduos Sólidos Urbanos, João Audi, VP Economia Circular da Orizon, Anderson do Carmo Diniz, Subsecretário de Saneamento de Minas Gerais, e de Pedro Coelho Teixeira Cavalcanti, Auditor de Controle Externo do TCE-PE, entre outros.

O coprocessamento transforma resíduos sólidos urbanos e industriais (e também biomassa), em energia térmica. Neste processo, o resíduo substitui parte do combustível fóssil que alimenta a chama do forno – responsável por transformar argila e calcário em clínquer (matéria-prima do cimento).

Dados do relatório “Panorama do Coprocessamento 2024″, publicado pela ABCP, mostram que a cadeia cimenteira brasileira coprocessou cerca de 3,25 milhões de toneladas de resíduos em 2023, a maior marca da série histórica. Segundo o documento, nesse mesmo ano a tecnologia evitou a emissão e lançamento de aproximadamente 3,4 milhões de toneladas de dióxido de carbono (CO₂) na atmosfera, o que ocorreria se fosse usado o coque de petróleo como combustível.

Infraestrutura

No último dia, a programação teve como tema “O cimento como agente de transformação da infraestrutura e Inovação”, com palestras sobre diagnóstico da infraestrutura brasileira – problemas e oportunidades, com o Presidente da Associação Brasileira da Infraestrutura e Indústrias de Base (Abdib), Venilton Tadini, o Diretor de Planejamento e Pesquisa do DNIT, Luiz Guilherme Rodrigues de Mello, o Presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), Renato Correia, e o CEO da Motiva, Miguel Setas. 

Diante dos desafios climáticos e da necessidade de infraestrutura viária mais durável e sustentável, o pavimento de concreto vem se consolidando como uma solução técnica e economicamente vantajosa. Além de apresentar um custo de construção competitivo, sendo em muitos casos mais barato que soluções convencionais de pavimentação, sua vida útil é significativamente superior, reduzindo a necessidade de manutenção frequente e os custos associados ao longo do tempo.

Impacto das mudanças climáticas

O ano de 2024 foi considerado o mais quente da história com cerca de 1,5°C acima dos níveis pré-industriais, segundo a Organização Meteorológica Mundial (OMM). A onda de calor intenso enfrentada por diversas cidades brasileiras tem desafiado os administradores públicos diante das consequências das mudanças climáticas.

Ainda no último dia do evento, o 9º CBCi contou com palestras do Diretor-presidente do Instituto Cidades Sustentáveis, Jorge Abrahão, e de Klecios Vieira, gestor das obras do Programa de Gestão de Risco Climático do bairro Novo Caximba, de Curitiba-PR, o maior projeto socioambiental do município, financiado pela Agência Francesa de Desenvolvimento (AFD).

O papel da inovação na mitigação climática foi tema do painel que contou com a participação do professor titular da Escola Politécnica da USP, Vanderley John, do Secretário de Desenvolvimento Industrial, Inovação, Comércio e Serviços do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), Uallace Moreira Lima, e do Diretor Regional de Vendas da Sinoma CBMI Américas, Paulo Marcos Penna de Sena Orsini.

A programação teve ainda painel sobre Mitigação de CO₂ na prática, com Mayara Regina Munaro, da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), de diretores do DER/PR, e do professor titular da Escola Politécnica da USP, Rafael Pileggi (que também é um dos responsáveis pela implementação do Laboratório de Construção Digital do projeto hubIC).  

CEOs de grandes cimenteiras brasileiras debatem os temas cruciais do setor

Presidentes de grandes cimenteiras brasileiras estiveram presentes no último debate do 9º CBCi, no dia 2 de julho de 2025, em painel mediado pelo Presidente da ABCP/SNIC, Paulo Camillo Penna. Entre os presentes, o CEO da Cimento Itambé, Alexander Capela Andras, o CEO da Cimento Nacional, José Eduardo Ferreira Ramos, o CEO da Ciplan Cimento Planalto S/A, Sérgio Bautz, o CEO da Mizu Cimentos, Roberto de Oliveira, e o Diretor Global de Sustentabilidade da Votorantim Cimentos, Álvaro Lorenz.

Os executivos debateram os principais temas que abrangem o setor – desde as reformas e políticas públicas que impactam a atividade até a inovação tecnológica na produção e aplicação do cimento Portland e dos sistemas construtivos que fazem uso dele, passando pelas perspectivas de mercado e aspectos ambientais.

O 9º CBCi foi encerrado pelo Presidente da ABCP/SNIC com um convite para a celebração, em 2026, do centenário da indústria nacional do cimento e dos 90 anos da ABCP; e para a participação de todos os presentes, em 2027, do 10º Congresso Brasileiro do Cimento – CBCi.

ExpoCimento

A Exposição Internacional do Cimento – ExpoCimento 2025 ocupou um moderno espaço especialmente concebido para acolher as palestras, debates e apresentar o que existe de mais atual e relevante para a produção do insumo e também para as organizações que aplicam sistemas cimentícios. Em duas arenas temáticas, profissionais e lideranças da indústria do cimento e representantes da cadeia produtiva da construção debateram temas relevantes para fomentar o intercâmbio de ideias e a formação de novas parcerias.

Acesso ao material exclusivo do evento em: https://congressocimento.com.br/qr-code/

II Simpósio Brasileiro de Ciência do Cimento (SBCC 2025)

Paralelamente ao evento, houve ainda uma semana de muito conhecimento, inovação e networking no II Simpósio Brasileiro de Ciência do Cimento (SBCC 2025), com a presença dos maiores especialistas e acadêmicos do tema.

Está chegando o maior evento da indústria brasileira de cimento

A menos de uma semana do Congresso Brasileiro do Cimento – CBCi e da primeira edição da Exposição Internacional do Cimento – ExpoCimento 2025, mais de 50 palestrantes, entre especialistas, autoridades e lideranças empresariais de setores integrados à cadeia produtiva da construção, confirmaram sua presença e vão compartilhar conhecimento e debater sobre o futuro do setor nos três dias de evento.

Com o tema “A indústria do cimento e seu papel transformador para um mundo ecoeficiente”, a abertura do evento, no dia 30 de junho, às 18h, contará com a participação do Presidente da GCCA – Global Cement and Concret Association, Thomas Guillot, e do Presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Ricardo Alban, além de personalidades públicas.

Até o dia 2 de julho de 2025, os participantes vão conferir de perto mais de 100 palestras e as últimas inovações na aplicação do cimento Portland – material predominante na construção civil. Durante três dias, eles poderão participar de debates de temas que abrangem desde as reformas e políticas públicas que impactam o setor da construção civil até a inovação tecnológica na produção e aplicação do cimento e dos sistemas construtivos que fazem uso dele, passando pelas legislações e aspectos ambientais.

Os eventos serão um marco para o setor ao abordar os desafios e inovações que moldarão o futuro do cimento e do concreto. Como inovação e desenvolvimento sustentável caminham juntos, uma das grandes novidades será a ExpoCimento, uma feira internacional integrada ao Congresso, que apresentará os mais recentes projetos e oportunidades de negócio da cadeia produtiva.

A ExpoCimento ocupará um moderno espaço especialmente concebido para acolher as palestras, debates e apresentar o que existe de mais atual e relevante para a produção do insumo e também para as organizações que aplicam sistemas cimentícios.

Haverá ainda arenas temáticas para apresentar todas as novidades dos expositores. Neste encontro, além dos profissionais e lideranças da indústria do cimento, estarão reunidos representantes da cadeia produtiva da construção para fomentar o intercâmbio de ideias e a formação de novas parcerias.

Não deixe de participar dessa oportunidade única de poder conferir de perto a evolução dessa indústria centenária e que se reinventa a todo momento nos campos produtivo, ambiental e da inovação.

Saiba mais em https://congressocimento.com.br/

O cimento como agente de transformação da infraestrutura está na pauta do maior evento do setor

O Brasil possui aproximadamente 1,72 milhão de quilômetros de estradas e rodovias, o que faz do país o dono da quarta maior malha rodoviária do mundo. Por outro lado, há um dado que assusta: somente 12,4% das vias são pavimentadas.

Para debater os principais desafios e oportunidades ao desenvolvimento da infraestrutura nacional, autoridades, especialistas e lideranças empresariais estarão reunidos no 9º CBCi – Congresso Brasileiro do Cimento e na ExpoCimento, que acontecem de 30 de junho a 2 de julho de 2025 no Golden Hall WTC, em São Paulo. Os eventos são organizados pela Associação Brasileira de Cimento Portland (ABCP) e pelo Sindicato Nacional da Indústria do Cimento (SNIC).

A programação do congresso destaca, em seu último dia, o tema “O cimento como agente de transformação – Infraestrutura e Inovação”, com palestras do Presidente da Associação Brasileira da Infraestrutura e Indústrias de Base (ABDIB), Venilton Tadini, do Diretor de Planejamento e Pesquisa do DNIT, Luiz Guilherme Rodrigues de Mello, do Presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), Renato Correia, e do CEO da Motiva, Miguel Setas.

Diante dos desafios climáticos e da necessidade de infraestrutura viária mais durável e sustentável, o pavimento de concreto vem se consolidando como uma solução técnica e economicamente vantajosa. Além de apresentar um custo de construção competitivo, sendo em muitos casos mais barato que soluções convencionais de revestimento para pavimentos, sua vida útil é significativamente superior, reduzindo a necessidade de manutenção frequente e os custos associados a ela ao longo do tempo. As vantagens do sistema construtivo incluem ainda a redução do consumo de combustível e de pneus e a diminuição do número de acidentes.

Nas rodovias federais, a solução está presente, por exemplo, no Paraná, Santa Catarina e em Brasília. No território paranaense, o concreto está dando uma nova cara à logística viária, com segurança e ganhos operacionais para quem trafega pelo Estado. Já foram pavimentados 110 quilômetros e estão em execução outros 237 quilômetros de rodovias, além de 250 quilômetros de restauração de pavimento flexível pelo sistema whitetopping, que consiste no uso de concreto para a reabilitação de pavimentos asfálticos deteriorados, aumentando a qualidade da obra e a durabilidade das estradas. Há ainda mais 167 quilômetros em projetos. Já Santa Catarina tem atualmente em execução 110 quilômetros de restauração de rodovias, também com whitetopping.

Em Brasília, as vantagens do sistema foram comprovadas em diversas rodovias, entre elas a DF-095, conhecida como Via Estrutural, que teve todo o seu asfalto recoberto por pavimento de concreto (whitetopping), tornando-se a primeira do Distrito Federal a ter essa tecnologia em toda sua extensão, de aproximadamente 45 quilômetros.

Nas cidades, o Pavimento Urbano de Concreto (PUC) já é adotado por mais de 150 municípios brasileiros, contribuindo para a melhoria das ruas com qualidade e economia de recursos financeiros, além de gerar ganhos adicionais para os usuários e para a própria natureza. A pavimentação de concreto em vias urbanas, que começou com seu emprego em corredores de ônibus e avenidas de trânsito pesado, hoje está presente também em vias de menor tráfego. Esta é a realidade de cidades como Piracicaba, no interior de São Paulo.

A expansão do pavimento rígido se deve às vantagens competitivas do PUC, como a vida útil até cinco vezes mais longa em relação ao asfalto, a redução de custos de manutenção, a reflexão de luz até 30% superior à do asfalto e a consequente redução no consumo de energia elétrica das cidades. Além disso, esse tipo de pavimento também pode reduzir em até 4°C a temperatura ambiente e em até 14°C a temperatura da superfície da via, contribuindo para uma menor emissão de dióxido de carbono (CO2). O PUC pode ainda ser utilizado como solução de whitetopping como forma de recuperar e aumentar a capacidade de carga da via.

ExpoCimento

A Exposição Internacional do Cimento – ExpoCimento 2025 ocupará um moderno espaço do Golden Hall WTC, especialmente concebido para acolher as palestras e também para apresentar o que existe de mais atual e relevante para a produção do insumo e sua aplicação nos sistemas cimentícios.

O 9º CBCi e a ExpoCimento têm patrocínio de: Aditibras, Beumer Latinoamericana Equipamentos, Cimento Nacional, Ciplan Cimento Planalto S/A, Claudius Peters do Brasil, Chryso Saint-Gobain, Dairix Equipamentos Analíticos, FIEMG – SENAI, FIRJAN – SENAI, FLSmidth Brasil, Fuchs Lubrificantes do Brasil, Gebr. Pfeiffer do Brasil, Haver & Boecker Latinoamericana, Hazemag do Brasil, Cia de Cimento Itambé, Magotteaux Brasil, Novakem Indústria Química, Orizon Valorização de Resíduos, Qlar Europe Gmbh, Renova, RHI Magnesita, RUD Correntes Industriais, Sika S/A, Sinoma – CBMI,  Sinoma – CDI,  Sinoma – CNBM Equipment Group Co, Sinoma Overseas Brazil,  UTIS e Votorantim Cimentos.

II Simpósio Brasileiro de Ciência do Cimento (SBCC 2025)

Paralelamente aos eventos, haverá ainda uma semana de muito conhecimento, inovação e networking no II Simpósio Brasileiro de Ciência do Cimento (SBCC 2025), de 27 de junho a 2 de julho, com a presença renomados especialistas e acadêmicos do tema.

Mercado de cimento se prepara para o 9º CBCi e ExpoCimento 2025

Edição promete ser ainda maior, com público ampliado, mais de 100 palestras, ampla área de exposição dos fornecedores da construção e apresentação das últimas inovações da aplicação do cimento

Os principais nomes do mercado já confirmaram presença no 9º CBCi – Congresso Brasileiro do Cimento e da ExpoCimento, marcado para acontecer de 30 de junho a 2 de julho de 2025 no Golden Hall WTC, em São Paulo. Organizado pela Associação Brasileira de Cimento Portland (ABCP), o evento promete ser maior, tanto em público quanto em área de exposição.

Com mais de 100 palestras agendadas, autoridades, lideranças empresariais, corpo técnico, pesquisadores e especialistas, nacionais e estrangeiros, vão marcar presença no evento, que vai apresentar as últimas inovações da aplicação do cimento Portland – material predominante para a construção civil.
Três eventos do mercado de cimento em paralelo

Paralelamente ao evento, haverá o II Simpósio Brasileiro de Ciência do Cimento (SBCC 2025), de 27 de junho a 2 de julho, com a presença dos maiores especialistas e acadêmicos do tema. Com tema central “A indústria do cimento e seu papel transformador para um mundo ecoeficiente”, o 9º CBCI contará com painéis sobre temas como a transição energética, descarbonização, infraestrutura e inovação.

Já Exposição Internacional do Cimento – EXPOCIMENTO 2025, ocupará um moderno espaço especialmente concebido para acolher as palestras, debates e apresentar o que existe de mais atual e relevante para a produção do insumo e também para as organizações que aplicam sistemas cimentícios.

O II Simpósio Brasileiro de Ciência do Cimento (SBCC 2025) que já está com programação completa terá palestras, cursos pré-eventos, sessões técnicas e discussões sobre os avanços da ciência do cimento e as soluções para a descarbonização da indústria.

Fonte: InfraRoi

Descarbonização, transição energética e inovações tecnológicas na agenda prioritária do setor da construção

De 6 a 8 de novembro, o Renaissance Hotel São Paulo foi palco da 8ª edição do Congresso Brasileiro do Cimento – CBCi – principal evento das cadeias de valor do cimento e produtiva da construção.

Durante os três dias de Congresso, recebemos 430 participantes, 51 conferencistas, distribuídos entre 18 palestras e 7 mesas-redondas, além de especialistas internacionais, autoridades e lideranças empresariais de setores integrados à cadeia produtiva da construção.

Foram mais de 30 horas de uma experiência enriquecedora com muita troca, interação e network. Contamos com o apoio institucional de mais de 40 empresas e entidades setoriais e 30 patrocinadores que acreditaram na retomada de um dos principais eventos do setor.

Durante o Congresso, foram debatidos os novos e definitivos caminhos da cadeia produtiva da construção que passam impreterivelmente pelas reformas e políticas públicas que impactam todo o segmento e por temas como descarbonização, legislações e aspectos ambientais como a circularidade de resíduos e a redução da emissão de CO2, emprego de combustíveis alternativos, sustentabilidade, produtividade e inovação tecnológica na produção, além da aplicação do cimento e seus sistemas construtivos nas áreas habitacionais, de urbanização, de logística de transporte relacionadas a infraestrutura nacional.

Um importante marco do CBCi foi o lançamento das bases do Roadmap Net Zero para acelerar a transição rumo a uma economia neutra em carbono no Brasil até 2050.

Ainda na agenda ambiental, o Congresso apresentou o Panorama do Coprocessamento 2023 (ano base 2022), no qual celebramos a melhor marca desde o início das medições. Ao todo foram cerca 2,9 milhões de toneladas de CO2 evitados no período.

Importante ainda destacarmos os avanços tecnológicos na habitação brasileira e como eles desempenham um papel fundamental na promoção da inovação e no desenvolvimento do setor da construção, amplamente debatida pelos principais especialistas do mercado durante o CBCI.

O Congresso trouxe à pauta ainda os investimentos em rodovias e o papel do concreto, investimentos na malha ferroviária, políticas públicas, regulamentações, programas de financiamento e a adoção de práticas mais modernas para o desenvolvimento da infraestrutura do país.

A busca por soluções integradas que abordem as necessidades da população, promovam a justiça social e a inclusão, ao mesmo tempo em que reduzam os impactos ambientais negativos também tiveram seu destaque.

Todos esses temas consolidaram o Congresso Brasileiro do Cimento, com principal evento das cadeias de valor do cimento e produtiva da construção. Temos orgulho de nossa trajetória e ao mesmo tempo a clareza de nossa responsabilidade pelo futuro, tratando de temas relevantes e dos novos caminhos da indústria e a favor do crescimento sustentável e do desenvolvimento econômico e social do país.

Que venha a próxima edição, em 2025!

Coprocessamento de cimento feito com fontes renováveis atinge maior nível histórico

A indústria cimenteira alcançou em 2022 o maior nível de coprocessamento da sua história. A atividade é a principal responsável pela transição energética no setor e permitiu que cerca de 2,9 milhões de toneladas de dióxido de carbono (CO2) deixassem de ser despejados na atmosfera.

O resultado foi revelado pelo Panorama do Coprocessamento 2023, que será divulgado pela Associação Brasileira de Cimento Portland (ABCP) durante o 8º Congresso Brasileiro do Cimento (CBCi), que acontece nesta terça-feira, 07.

De acordo com a entidade, foram processados 3,035 milhões de toneladas de resíduos, sendo 2,856 milhões de toneladas de combustíveis alternativos e biomassa, além de 179 mil toneladas de matérias-primas alternativas.

A atividade alcançou 30% de participação na matriz energética e antecipou a meta prevista para 2026. O panorama também mostra que, no total, 25,813 milhões de toneladas de resíduos já foram inseridos no coprocessamento desde 1999 a 2022.

O processo acontece nos fornos de cimento e permitem que resíduos deixem de ser destinados a aterros, uma vez que eles são transformados em energia ou podem substituir matérias-primas utilizadas na indústria do cimento. A atividade ajuda na preservação de recursos naturais.

Diferentes insumos são utilizados durante o coprocessamento, como pneus usados, resíduos da agroindústria (palha de arroz, casca de babaçu e caroço de açaí), além de materiais sólidos urbanos, que inclui o lixo doméstico. Apenas em pneus, foram aproveitados 68 milhões de unidades em 2022, o equivalente a 340 mil toneladas.

Com o coprocessamento, o setor consegue avançar na redução das emissões de CO2, com o uso de diversos tipos de resíduos em substituição ao coque de petróleo, combustível fóssil mais utilizado no processo de fabricação de cimento.

Fonte: Agência Estado – Broadcast / Jorge Barbosa

Indústria brasileira do cimento se reunirá em novembro

O setor cimenteiro do Brasil reconheceu, desde seu início de produção em 1924 e da constituição da ABCP, em 1936, que o estudo, a pesquisa, o uso de equipamentos modernos e a vigorosa informação e capacitação técnicas – seja no âmbito da produção como da aplicação do cimento -, contribuíam, de modo inequívoco, para que o Brasil e seus líderes, públicos e empresariais, contassem com uma cadeia produtiva de excelência na construção.

E como parte desse elenco de atividades também tomava parte a realização de edições do Congresso Brasileiro de Cimento (CBCi). E é exatamente por esse motivo que a 8ª edição ocorre de modo presencial, em novembro deste ano de 2023, na cidade de São Paulo, assumindo, mais uma vez, sua posição de principal e mais importante evento das cadeias de valor do cimento e da construção.

Enquanto as edições anteriores – a última em 2016 – estiveram mais voltadas à tecnologia de fabricação do cimento, desta vez o CBCi vai reunir – além de corpo técnico e de especialistas, nacionais e internacionais -, o poder público com suas autoridades e parlamentares, junto com economistas e lideranças empresariais de outros setores, também integrados à cadeia produtiva da construção.

Assim se ampliarão os debates e deliberações que interferem, inequivocadamente, na qualidade de vida da sociedade e no desenvolvimento socioeconômico do país, tratando de se buscar atender as necessidades habitacionais, de urbanização e de logística de transporte.

O Congresso destacará os novos e definitivos caminhos da cadeia produtiva da construção que passam impreterivelmente pelas reformas e políticas públicas que impactam todo o segmento, juntamente com temas como descarbonização, legislações e aspectos ambientais como a circularidade de resíduos e a redução da emissão de CO2, emprego de combustíveis alternativos, sustentabilidade, produtividade e inovação tecnológica na produção e aplicação do cimento e seus sistemas construtivos nas áreas habitacionais e de infraestrutura.

E tudo isso dentro do que hoje, corretamente, se denomina economia circular e segundo a constante preocupação do setor com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) estabelecidos pela Organização das Nações Unidas (ONU).

São aguardados cerca de 250 congressistas, que poderão assistir a grandes e importantes especialistas internacionais, como Arnaud Pinatel (ex-BNP Paribas e hoje líder da On Field Research Investments, que será o keynote speaker da abertura do encontro, bem como a ministros e secretários de Estado do Brasil e renomados economistas brasileiros e internacionais, discorrerem sobre as necessidades atuais, futuras e mundiais do setor e do segmento da construção.

Como interessadas e patrocinadoras do Congresso, vinte importantes empresas já compõem parte da exposição que acontece nos dois dias do encontro, que também já conta com o apoio institucional de cerca de 40 destacadas entidades do segmento.

Mais informações e inscrições antecipadas, com significativo desconto, podem ser conferidas no site www.congressocimento.com.br.