Inovação, mercado e tecnologia para a indústria de artefatos são temas do PDE em Porto Alegre

Profissionais e empreendedores do setor industrial e construtores participam no dia 1º de agosto, das 9h às 12h30, no Senge/RS (Sindicato dos Engenheiros do Rio Grande do Sul), do workshop “Impulsionando a indústria de artefatos no Brasil: inovação, mercado e tecnologia”, promovido pela ABCP em parceria com a empresa Mundo Concreto. O workshop faz parte do PDE (Programa de Desenvolvimento Empresarial), iniciativa da ABCP em parceria com o Sindicato Nacional da Indústria do Cimento (SNIC) e o Mundo Concreto.

As palestras são ministradas por Dejalma Frasson (ABCP), Eduardo D’Avila (ABCP), Filipe Honorato (Mundo Concreto) e Luciano Lima (Fábrica de Sucesso), que compartilharão suas experiências e conhecimento sobre novas tecnologias e processos construtivos, o futuro do mercado de artefatos no Brasil, sustentabilidade e desempenho e casos de sucesso.

O PDE desenvolve o setor da indústria de artefatos de concreto, pré-fabricados e acabamentos desde 2010. O apoio visa ampliar a utilização eficiente do cimento como insumo, promover a industrialização e a qualidade dos produtos e processos, estimulando a melhoria na gestão, a inovação e a sustentabilidade. Assim, ampliando os negócios e a melhoria na competitividade das empresas.

O programa já atendeu 600 fábricas, em 196 municípios e realizou 15 missões nacionais e 11 internacionais envolvendo a cadeia produtiva de artefatos e concreto. O PDE proporciona uma visão de 360 graus da indústria, abordando os principais fatores, como gerenciamento de rotina, finanças, marketing, vendas, modelos de negócios e atingimento de metas, que são focos empresariais essenciais.

Curitiba recebe workshop sobre inovação, mercado e tecnologia para a indústria de artefatos

A ABCP, em parceria com o Mundo Concreto, realizou nesta terça-feira, 29 de julho, das 14h às 17h30, no IEP (Instituto de Engenharia do Paraná), em Curitiba-PR, o workshop “Impulsionando a indústria de artefatos no Brasil: inovação, mercado e tecnologia”, voltado para profissionais, empreendedores do setor e construtores. Dejalma Frasson (ABCP), Eduardo D’Avila (ABCP), Filipe Honorato (Mundo Concreto) e Marcelo Leite (Pré-moldados Brasil) apresentaram no encontro suas experiências e conhecimento sobre novas tecnologias e processos construtivos, o futuro do mercado de artefatos no Brasil, sustentabilidade, desempenho e casos de sucesso.

Programa de Desenvolvimento Empresarial

O workshop faz parte do PDE (Programa de Desenvolvimento Empresarial), da ABCP, em parceria com o Sindicato Nacional da Indústria do Cimento (SNIC) e o Mundo Concreto. Desde 2010, o PDE desenvolve o setor da indústria de artefatos de concreto, pré-fabricados e acabamentos, visando ampliar a utilização eficiente do cimento como insumo, promover a industrialização e a qualidade dos produtos e processos, estimulando a melhoria na gestão, a inovação e a sustentabilidade. Assim, ampliando os negócios e a melhoria na competitividade das empresas.

O programa já atendeu 600 fábricas, em 196 municípios e realizou 15 missões nacionais e 11 internacionais envolvendo a cadeia produtiva de artefatos e concreto. O PDE proporciona uma visão de 360 graus da indústria, abordando os principais fatores, como gerenciamento de rotina, finanças, marketing, vendas, modelos de negócios e atingimento de metas, que são focos empresariais essenciais.

Indústria brasileira do cimento projeta segundo semestre positivo

Após fechar o primeiro semestre com alta de 3,5% nas vendas de cimento, em comparação ao mesmo período de 2024, a indústria brasileira espera que o segundo semestre tenha crescimento positivo acima de 2%.

Esta etapa do ano costuma trazer vendas mais fortes para o setor, mas as pressões políticas e econômicas podem atrapalhar o desempenho, que é influenciado principalmente pelo forte endividamento, inadimplência da população e taxas de juros elevadas.

Os estímulos governamentais, como o aumento do Benefício de Prestação Continuada (BPC) e a manutenção de gastos, aliados a um mercado de trabalho aquecido, podem adiar a desaceleração do crescimento do Produto Interno Bruto (PIB). Por outro lado, contribuindo para um desempenho mais modesto, o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), que exerce um papel importante para a demanda por cimento, não está tendo a atuação desejada e encontra dificuldade para atingir os avanços necessários.

A possível taxação da LCI (Letra de Crédito Imobiliário) também traz preocupação ao setor da construção civil, uma vez que esses produtos financeiros investem e estimulam projetos imobiliários e atualmente são isentos de imposto. Esse novo tributo deve inibir o investimento, uma vez que irá reduzir sua rentabilidade e elevar o custo do financiamento habitacional.

O financiamento imobiliário, por sua vez, apresentou uma forte queda de 31,9% em maio, nas unidades contratadas, já refletindo a alta da Selic. A majoração da taxa básica de juros amplia a concorrência dos ativos financeiros frente aos ativos imobiliários.

Com isso, o consumo de cimento, que está sendo sustentado ainda pela grande quantidade de lançamentos imobiliários do ano passado, pelo consumo do autoconstrutor e pelos investimentos em infraestrutura logística, poderá desacelerar nos próximos meses. Neste cenário de referência, as projeções apontam para um crescimento de 2,1% no ano de 2025.

Em relação aos investimentos previstos em rodovias, vale lembrar que o Brasil possui 1.721.000 quilômetros de estradas e rodovias, o que faz do país dono da quarta maior malha rodoviária do mundo. Entretanto, há um dado alarmante: somente 12,4% da malha viária é pavimentada. Para reverter esse cenário é imprescindível ampliar os investimentos na construção civil e incluir nas licitações públicas a opção pelo pavimento de concreto – método construtivo de maior durabilidade, mais econômico, que proporciona mais conforto e segurança para os usuários e ainda exerce menor impacto ambiental.

Venda de cimento no país registra alta no primeiro semestre

A indústria do cimento fechou os primeiros seis meses do ano com desempenho positivo. A comercialização do insumo no País somou 32 milhões de toneladas, uma alta de 3,5 % em relação ao igual período de 2024.

O mês de junho atingiu 5,4 milhões de toneladas de vendas, registrando um recuo de 1,7% se comparado ao mesmo mês do ano anterior. Ao se analisar o despacho de cimento por dia útil, de 244,8 mil toneladas, há um crescimento de 0,5% sobre junho do ano passado e de 5,0% em relação ao primeiro semestre de 2024.

Os principais indutores do consumo de cimento permanecem sendo o setor imobiliário e o mercado de trabalho. Os lançamentos seguiram em expansão, impulsionados pelo programa Minha Casa, Minha Vida (MCMV). No primeiro trimestre, o MCMV respondeu por mais da metade dos imóveis residenciais lançados e apresentou alta de 40,9% nas vendas em comparação ao mesmo período de 2024. A nova faixa do programa trouxe nova perspectiva para o setor de edificações e elevou a confiança da construção.

Entretanto, a escassez de mão de obra qualificada, a crescente utilização do programa de habitação do governo para aquisição de imóveis usados e as dificuldades do acesso ao crédito que a alta taxa de juros impõe permanecem como os principais desafios do setor imobiliário. A elevação dos custos compromete a viabilidade de projetos, afetam o equilíbrio financeiro das obras e dificultam o planejamento de novos empreendimentos.

O mercado de trabalho continua aquecido e surpreende positivamente com a manutenção de um nível baixo do desemprego, os recordes do número de empregados com carteira assinada e a massa de rendimento.

Todavia, as perspectivas futuras se mostram mais modestas. Há um cenário de incertezas em relação à economia do país, incluindo o endividamento, a inadimplência das famílias e a Selic em patamares elevados (15%), além de uma menor confiança do consumidor, que cedeu em junho.

A mesma percepção mais pessimista foi identificada na confiança da indústria, que apresentou em junho sua maior queda no ano. Apesar da melhora dos estoques, percebe-se uma demanda mais fraca, indicando uma desaceleração da atividade e aumento da incerteza, que aliado com a política econômica contracionista pode significar um cenário de maior dificuldade para o segundo semestre.

No cenário externo, a instabilidade da economia global traz uma preocupação em relação ao aumento de custos de produção do cimento, principalmente do coque de petróleo, matéria-prima essencial na geração de energia no processo produtivo.

Para minimizar os impactos ambientais e a pressão dos preços do insumo, o uso de combustíveis alternativos nunca foi tão necessário. Nesse sentido, o setor cimenteiro tem investido fortemente em tecnologias como o coprocessamento. A atividade responsável pela transição energética substitui o combustível fóssil por resíduo industrial, comercial, doméstico e biomassas.

O coprocessamento atingiu sua melhor marca em 2023 (última medição realizada), antecipando a meta prevista em três anos. Foram 3,25 milhões de toneladas de resíduos coprocessados. A tecnologia evitou a emissão de aproximadamente 3,4 milhões de toneladas de dióxido de carbono (CO₂) na atmosfera em relação aos métodos mais tradicionais de produção.

Em um momento em que a crise climática se aprofunda, a urgência de ações se torna mais necessária do que nunca, em especial no ano em que o Brasil será o centro das atenções na agenda ambiental ao sediar a 30ª Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas – COP30.

A indústria brasileira do cimento está à frente dos debates do Plano Clima, que será apresentado na COP30 como uma das referências globais pela baixa emissão no seu processo produtivo, fruto de investimentos, majoritariamente ao longo das últimas duas décadas, em matérias-primas (adições) e combustíveis alternativos (coprocessamento), bem como na melhoria da sua eficiência energética.

O setor está trabalhando junto ao governo na elaboração de metas setoriais contemplando tanto a descarbonização industrial quanto o crescimento econômico do setor, para atender à demanda de infraestrutura e habitação, essenciais para o desenvolvimento socioeconômico do país. Prossegue ainda na atualização do Roadmap da Indústria do Cimento, buscando a neutralidade de suas emissões.

Ainda na esfera federal, a indústria participa ativamente da Missão 5 da Nova Indústria Brasil (NIB), cujas diretrizes contemplam Descarbonização, Transição Energética e Bioeconomia. Atuando junto com a indústria de base, o setor vem apresentando uma série de medidas necessárias para acelerar a redução das emissões de gases do efeito estufa (GEE). Isso sem deixar de citar o importante processo de regulamentação do Sistema Brasileiro de Comércio de Emissões – Mercado de Carbono, que também contou com a articulação da indústria brasileira do cimento.

Vendas de cimento têm alta em maio

Em maio, as vendas de cimento voltaram a crescer no Brasil, indicando uma recuperação após recuo em abril. Foram comercializadas 5,7 milhões de toneladas, uma alta de 6,5% em comparação ao mesmo mês do ano passado. No acumulado dos cinco primeiros meses do ano o crescimento foi de 4,6 %.

Já o volume de vendas de cimento por dia útil registrou 244,1 mil toneladas, um aumento de 3,1 % em comparação ao mês de abril e alta de 4,2 % ante o mesmo mês de 2024. No acumulado do ano (jan-maio), em dias úteis, o desempenho registra uma evolução de 6,0%.

Este quadro se deve, principalmente, a uma base de vendas fraca no período de janeiro a maio de 2024, sobretudo em maio, quando o resultado foi impactado pelo desastre climático na região sul. Esse efeito estatístico favoreceu os percentuais de crescimento da atividade nos primeiros cinco meses de 2025. As projeções deste ano apontam para um desempenho mais modesto nos próximos meses.

Um dos indutores do aquecimento de vendas continua sendo o mercado de trabalho, com taxa de desemprego de 6,6% verificado até abril – o menor nível para o período desde o início da série histórica, em 2012 -, o recorde de profissionais com carteira assinada e a queda na informalidade. Além disso, as obras imobiliárias seguiram em expansão, impulsionadas pelo programa Minha Casa, Minha Vida, que já representa 53% de todos os lançamentos no primeiro trimestre.

A confiança do consumidor subiu em maio, motivada pela melhora tanto da percepção atual quanto das expectativas para os próximos meses. Já a indústria registrou a maior alta do índice da FGV no ano. Apesar disso, nota-se aumento no nível dos estoques pelo segundo mês consecutivo, acendendo um alerta para os empresários. A política monetária contracionista, aliada à expectativa geral de desaceleração da economia, pode refletir em um cenário difícil para a indústria no segundo semestre.

Na construção, a confiança recuou mais uma vez, atingindo o menor nível desde junho/21. Dificuldades com o ambiente de negócios mantêm o indicador no terreno do pessimismo moderado. Isso já reflete nos financiamentos, que estão mais escassos e têm feito com que incorporadoras de médio padrão tenham problemas em honrar as dívidas. Nos quatro primeiros meses do ano, o volume de recursos da poupança direcionado pelos bancos para financiar a construção recuou 48,6% em relação ao mesmo período de 2024.

O cenário adverso, marcado pela inflação alta, a taxa de juros no maior patamar em 20 anos, sinais de desaceleração da economia e cortes no orçamento do governo federal, gera ainda mais incerteza e cautela do setor produtivo e do consumidor brasileiro nos próximos meses.

Para a indústria brasileira do cimento, o cenário continua desafiador. As concessões rodoviárias, a necessidade de infraestrutura e a demanda crescente por moradias são fatores que reforçam as expectativas mais alentadoras.

Por outro lado, há previsão de diminuição do ritmo da atividade global e elevação dos custos de produção. Para minimizar os impactos ambientais e a pressão dos preços do coque de petróleo, principal insumo energético do setor, a indústria brasileira do cimento tem ampliado fortemente os investimentos em combustíveis alternativos (resíduos e biomassas).

O coprocessamento, atividade responsável pela transição energética no processo de utilização de resíduos, atingiu sua melhor marca em 2023 (última medição realizada), antecipando a meta prevista em três anos. Foram 3,25 milhões de toneladas de resíduos processados. A tecnologia evitou a emissão de aproximadamente 3,4 milhões de toneladas de dióxido de carbono (CO₂) na atmosfera em relação aos métodos mais tradicionais de produção.

Na esteira das ações voltadas para a descarbonização, a Associação Brasileira de Cimento Portland (ABCP) e o SNIC promovem o 9º Congresso Brasileiro de Cimento e a primeira edição da Expocimento, que serão realizados de 30 de junho a 2 de julho no WTC Hall, em São Paulo.

Importantes autoridades, lideranças e especialistas estarão reunidos para debater tendências, expectativas e posicionamentos, no momento em que o Plano Clima estabelece os compromissos de descarbonização da indústria e dos seus diversos setores. Saiba mais no site do evento.

Vendas de cimento crescem 6,5% em maio de 2025

As vendas de cimento no Brasil registraram uma alta de 6,5% em maio de 2025, em comparação com o mesmo mês do ano passado, segundo dados do Sindicato Nacional da Indústria de Cimento (SNIC). Paulo Camillo Penna, presidente do SNIC e da ABCP, comenta o assunto no CNN Brasil Money, da CNN, edição de 06/06/2025.

Assista à matéria completa:

 

Vendas de cimento têm alta em maio

Em maio, as vendas de cimento voltaram a crescer no Brasil, indicando uma recuperação após recuo em abril. Foram comercializadas 5,7 milhões de toneladas, uma alta de 6,5% em comparação ao mesmo mês do ano passado, de acordo com o Sindicato Nacional da Indústria de Cimento (SNIC). No acumulado dos cinco primeiros meses do ano o crescimento foi de 4,6%. No acumulado do ano (jan-maio), em dias úteis, o desempenho registra uma evolução de 6,0%.

 

 

 

Vendas de cimento desaceleram em abril

Após o primeiro trimestre de 2025 registrar forte alta, as vendas da indústria do cimento apresentaram retração em abril. Em termos nominais foram comercializadas 5,2 milhões de toneladas, uma queda de 3,0% em comparação ao mesmo mês do ano passado, de acordo com o Sindicato Nacional da Indústria de Cimento (SNIC). No entanto, a comercialização do produto no acumulado dos quatro primeiros meses do ano aumentou 4,2%.

Já o volume de vendas de cimento por dia útil registrou 236,8 mil toneladas, um recuo de 4,1% em comparação ao mês de março e alta de 5,8% ante o mesmo mês de 2024. No acumulado do ano (jan-abril), o desempenho registra crescimento de 6,5%.

Indústria prevê crescimento moderado para 2025

Apesar de um início do ano fortemente positivo, a projeção para 2025 é de um crescimento mais modesto nas vendas de cimento, entre 1% e 1,5%, totalizando 65,5 milhões de toneladas. O desempenho dependerá da evolução da economia, da política monetária e dos investimentos em infraestrutura e habitação.

Ainda que o volume de recursos aportado pela iniciativa privada e pelo poder público no setor de infraestrutura tenha evoluído, não é suficiente para superar a baixa performance em setores como transportes e logística, que afetam a competitividade brasileira.

A atualização do marco legal das concessões é um movimento importante para impulsionar o investimento em infraestrutura. Nesse sentido, a indústria do cimento tem contribuído para a recuperação das principais rodovias das regiões Sul, Nordeste e Centro-Oeste pelo sistema whitetopping, que consiste no uso de concreto para reabilitação de pavimentos asfálticos deteriorados, aumentando a qualidade da obra e a durabilidade das estradas.

A revitalização das vias com concreto proporciona uma pavimentação mais duradoura e resistente ao tráfego pesado, em especial nos locais de forte produção agrícola e industrial. A solução é adotada principalmente nas estradas norte-americanas e alemãs, consideradas as mais eficientes do mundo, e vem sendo implementada com sucesso no Brasil, a partir de um processo contínuo de capacitação, conduzido pela indústria do cimento, de empresas, concessionárias e órgãos rodoviários.

O pavimento de concreto avança em outro importante vetor de infraestrutura, com a implementação do Pavimento Urbano de Concreto (PUC) em ruas, avenidas e estradas municipais em mais de 170 cidades do país, com destaque para obras emblemáticas em Brasilia (DF), Piracicaba (SP), Jequié (BA) e Cachoeiro do Itapemirim (ES).

Na agenda da habitação, o programa Minha Casa Minha Vida (MCMV) deve manter o bom desempenho no ano, impulsionado pelo anúncio da ampliação do programa por parte do governo para famílias com renda de até 12 mil reais (faixa 4), com prazo de implementação na primeira quinzena de maio.

Na perspectiva da sustentabilidade, o ano em que o Brasil será o centro das atenções na agenda ambiental, ao sediar a COP30, traz desafios importantes para o setor produtivo, como a regulamentação do Sistema Brasileiro de Comércio de Emissões – Mercado de Carbono e a definição de metas de descarbonização setoriais no âmbito do Plano Clima.

Cimento acumula alta de vendas no primeiro trimestre

A indústria brasileira de cimento registrou no primeiro trimestre de 2025 a venda de 15,6 milhões de toneladas, o que representa um aumento de 5,9% em comparação ao mesmo período do ano passado, de acordo com o Sindicato Nacional da Indústria do Cimento (SNIC). Em março, a alta foi de 5,2% frente ao mesmo mês de 2024, com 5,3 milhões de toneladas comercializadas do produto.

Na comparação por dia útil as vendas do produto registraram em março 244,9 mil toneladas, um crescimento de 5,6% em comparação a fevereiro e de 10,1% em relação a igual período de 2024. Assim, o resultado trimestral apresentou uma alta de 6,0% ante os três primeiros meses do ano passado.