ABCP apresenta em SP soluções para cidades sustentáveis no Congresso Estadual de Municípios

Tecnologias de pavimentação, habitação, saneamento e espaços públicos à base de cimento são apresentadas em estande direcionado a gestores públicos

De 26 a 28 de agosto, gestores públicos de todas as regiões do Estado de São Paulo estiveram reunidos na Arena Pacaembu, na capital paulista, durante o 67º Congresso Estadual de Municípios, para participar de uma extensa programação de plenárias, debates e da maior feira de soluções públicas do calendário nacional. O evento foi promovido pela Associação Paulista de Municípios (APM).

A ABCP esteve presente com um estande que trouxe o tema “Soluções para Cidades”, e que teve participação de entidades parceiras, como Bloco Brasil, ABTC e Sinaprocim, além do Grupo Parede de Concreto. No estande foram apresentadas as tecnologias de pavimentação à base de cimento, como pavimento intertravado, placas pré-fabricadas, pavimento permeável e Pavimento Urbano de Concreto (PUC).

Para a área de habitação foram apresentadas soluções como parede de concreto e alvenaria estrutural e de vedação com blocos de concreto. Houve ainda tecnologias voltadas a sistemas de drenagem e esgoto (tubos e aduelas de concreto) e mobiliário urbano. Além disso, foram mostrados casos de sucesso e as mais recentes inovações, evidenciando a competitividade, durabilidade e viabilidade técnica e econômica dessas soluções.

Mais informações podem ser obtidas no site do Congresso.

Visite também o site Soluções para Cidades.

 

Informações para Imprensa

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Pavimento Urbano de Concreto avança como solução para contribuir com conforto climático

O atendimento às diversas demandas nos municípios brasileiros torna-se, a cada dia, mais complexo. Cresce a importância da boa aplicação dos escassos recursos financeiros. Este ano, em particular, o acirramento dos fenômenos ligados às mudanças climáticas colocou novo desafio ao gestor público.

Em busca de soluções inovadoras e viáveis economicamente, e que possam contribuir para proporcionar maior conforto térmico e reduzir as chamadas ilhas de calor, mais de 150 municípios já adotam o Pavimento Urbano de Concreto (PUC).  

Isso porque de dia o PUC reflete melhor a radiação solar e pode minimizar em até 4°C a temperatura ambiente e reduzir em até 14°C a temperatura da superfície das vias e a emissão de dióxido de carbono (CO2). 

A pavimentação de concreto em vias urbanas, que começou com corredores de ônibus e hoje está presente também em vias de menor tráfego, é uma realidade no país. Essa expansão se deve às vantagens competitivas do PUC, como a vida útil até cinco vezes mais longa, comparada ao asfalto, a redução de custos na manutenção, a reflexão de luz até 30% superior ao asfalto e a consequente redução no consumo de energia elétrica das cidades. 

A tecnologia durável e sustentável foi escolhida por municípios em todas as regiões brasileiras. No Sul, o PUC está presente em 55 municípios com cerca de 200 km pavimentados. No Sudeste, Cachoeiro de Itapemirim, no Espírito Santo, já tem cerca de 43 km de vias pavimentadas com concreto. 

Um dos casos de maior sucesso no uso do PUC é o município de Piracicaba, no interior de São Paulo, que receberá pavimento de concreto em cerca de 45 km de avenidas e ruas da cidade com intenso fluxo de veículos, e integra um pacote de recuperação de 258 km da malha viária, incluindo revestimento asfáltico. 

A inovação no município foi o uso do pavimento de concreto reforçado com macrofibras, tecnologia usada em inúmeras cidades ao redor do mundo, desde ruas e avenidas de tráfego leve a pesado até rodovias, mas principalmente em locais que necessitam de um pavimento sobre outro existente, como é o caso de Piracicaba. Dentre os benefícios da tecnologia estão a menor emissão de CO2 no seu ciclo de vida, menor consumo de combustíveis e otimização do uso de materiais.

A pavimentação de concreto em Piracicaba é acompanhada por representantes da Associação Brasileira de Cimento Portland (ABCP), Associação Brasileira das Empresas de Serviços de Concretagem (ABESC) e Associação Brasileira da Indústria de Fibras para Construção Civil e Produtos Afins (ABIFIBRA).