Cimento: vendas iniciam o ano com alta

A indústria do cimento registrou um início de ano com desempenho de vendas favorável, dando continuidade a dois anos sucessivos de crescimento robusto. A comercialização do insumo no País em janeiro totalizou 5,3 milhões de toneladas, alta de 1,1% em relação ao mesmo mês de 2025 e de 8% frente a dezembro de 2025. Por dia útil, a comercialização foi de 223,9 mil toneladas no mês, representando uma evolução de 3,3% comparado ao mesmo mês do ano anterior, apesar do considerável volume de chuvas nas regiões Sul e Sudeste no mês.

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Cimento tem alta nas vendas em novembro puxada por habitação e mercado de trabalho aquecido

As vendas de cimento em novembro totalizaram 5,5 milhões de toneladas, o que representa uma alta de 4,1% em relação ao mesmo mês de 2024, segundo o Sindicato Nacional da Indústria do Cimento (SNIC). No acumulado do ano (janeiro a novembro), os números alcançaram 62,2 milhões de toneladas, um crescimento de 3,6% comparado a igual período do ano passado. O despacho de cimento por dia útil atingiu 263,9 mil toneladas.

O desempenho do setor segue influenciado por um cenário macroeconômico de alta complexidade. Por um lado, dados mostram robustez no emprego e na renda: o desemprego atingiu 5,4% em outubro, o menor da série histórica, com apenas 5,9 milhões de pessoas desempregadas. A população ocupada registrou novo recorde (102,5 milhões) e o rendimento médio atingiu o maior valor histórico, alavancando a massa salarial. O mercado de trabalho aquecido elevou a confiança do consumidor em novembro, atingindo o maior nível desde dezembro de 2024.

Por outro lado, além da desaceleração do PIB ao longo do ano, o ambiente de crédito e consumo permanece desafiador. As expectativas de inflação para 2025 e 2026 seguem acima da meta, apontando para a necessidade de manutenção de juros altos. Esse aperto monetário reflete-se diretamente no endividamento da população, que cresceu para 49,1% em setembro, e na inadimplência, que atingiu o recorde de 80,4 milhões de indivíduos em outubro. Adicionalmente, os gastos com apostas (bets) continuam pressionando o orçamento familiar.

O cenário de incertezas, motivado pela política monetária contracionista, impactou a confiança da indústria, que caiu pela oitava vez no ano devido à fraca demanda e aos estoques elevados. Na construção, embora a confiança tenha subido em novembro impulsionada pelos segmentos de infraestrutura e serviços especializados, o nível ainda é insuficiente para recuperar o patamar do início do ano.

No varejo de materiais de construção, as vendas caíram 2% em outubro na comparação anual, levando o setor a reduzir, pela segunda vez, a projeção de crescimento de 2025 de 1,8% para 0,5%.

O mercado imobiliário apresenta sinais distintos. Enquanto os lançamentos subiram 1,6% no 3º trimestre, as vendas caíram 6,5% no mesmo período, elevando o volume de unidades em estoque. O financiamento imobiliário via SBPE sofreu forte retração, com queda de 36,12% no número de unidades financiadas para construção no acumulado até outubro, reflexo da alta dos juros.

Entretanto, o programa Minha Casa, Minha Vida (MCMV) segue como um vetor crucial de demanda. No acumulado do ano, os lançamentos do programa cresceram 7,9% e as vendas aumentaram 15,5%. O impacto do MCMV na indústria do cimento é expressivo: uma unidade de 45 m² consome entre 4 e 6 toneladas do insumo, dependendo se construída com blocos ou paredes de concreto. O setor projeta que para atingir a meta de superar 2 milhões de unidades entre 2023 e 2026, o consumo de cimento será ampliado consideravelmente.

Somam-se a isso as novas regras de crédito habitacional, que permitirão o uso de até 100% dos recursos da poupança e elevarão o teto de financiamento, medidas que, aliadas às mudanças no Imposto de Renda, buscam recompor a capacidade de compra e investimento da classe média e reduzir o déficit habitacional, mesmo considerando os níveis de juros atuais.

Em paralelo às perspectivas de mercado, o setor cimenteiro do país reforça seu compromisso global com a descarbonização. Em novembro, a indústria apresentou seu novo Roadmap Net Zero 2050 durante a COP30, em Belém, detalhando a rota para a neutralidade de carbono apoiada em uma trajetória de sustentabilidade sólida.

O Brasil já se destaca no cenário mundial emitindo 580 kg de CO₂ por tonelada de cimento, marca inferior à média global de 610 kg/t. Além disso, o setor consolidou-se como referência na substituição de combustíveis fósseis, alcançando 32% de sua matriz energética proveniente de combustíveis alternativos, como biomassas e resíduos, reafirmando o coprocessamento como uma atividade crucial para a transição energética.

Cimento: indústria cresce em outubro e lança Roadmap Net Zero na COP30

As vendas de cimento totalizaram 6,3 milhões de toneladas em outubro, o que representa um crescimento de 7,1% em relação ao mesmo mês de 2024, segundo o Sindicato Nacional da Indústria do Cimento (SNIC).

No acumulado do ano (janeiro a outubro), os números alcançaram 56,6 milhões de toneladas, um aumento de 3,5% comparado a igual período do ano passado. O despacho de cimento por dia útil atingiu 252,3 mil toneladas, uma alta de 5,0% ante outubro de 2024.

O resultado do setor refletiu o cenário macroeconômico contraditório, que combinou, de um lado, um mercado de trabalho aquecido e, de outro, juros altos, inadimplência e endividamento elevados.

A taxa de desemprego foi a menor da série histórica (5,6% em setembro) e com recordes na população ocupada (102,4 milhões), nos postos com carteira assinada e massa salarial. O bom resultado elevou a confiança do consumidor pelo segundo mês consecutivo.

No entanto, o mesmo otimismo não se refletiu na confiança empresarial. A da indústria piorou pela sétima vez no ano, e a da construção também caiu em outubro, com preocupações sobre demanda insuficiente, custo do crédito e escassez de mão de obra.

Os principais desafios para o setor vêm do custo do crédito e do orçamento familiar. O endividamento da população (48,91%) e a inadimplência (78,8 milhões de indivíduos) seguem em níveis elevados, limitando o consumo. Além disso, com a taxa Selic mantida em 15% e expectativas de inflação acima da meta, o mercado imobiliário, principal indutor do consumo de cimento, sente os efeitos.

O impacto mais significativo é visto no financiamento para construção, cujo número de operações apurado pelo SBPE acumula uma queda de 55,4% até agosto. Os lançamentos imobiliários, embora tenham subido 6,8% até junho, recuaram 6,8% no segundo trimestre (abr-jun). O programa Minha Casa, Minha Vida (MCMV) seguiu a mesma tendência: apesar de crescer 7,8% no semestre, teve uma queda de 15,5% no segundo trimestre.

Diante desse cenário de incertezas, o anúncio do novo modelo de crédito imobiliário pelo governo federal, com mudança nas regras para uso da poupança e a nova linha de crédito voltada à reforma, tem potencial de impulsionar a demanda na construção civil e do insumo.

Em linha com as projeções do setor, a indústria brasileira do cimento mantém a expectativa de crescimento entre 2,0% e 3,0% para 2025. Essa perspectiva se ancora em duas frentes principais: a força do MCMV, que deve gerar uma demanda adicional de 2,5 a 3 milhões de toneladas de cimento por ano, e os investimentos contínuos em infraestrutura, com destaque para a forte expansão do pavimento de concreto rodoviário e urbano.

 

Roadmap Net Zero

A indústria brasileira do cimento apresentará seu novo Roadmap Net Zero 2050 durante a COP30, em Belém (PA). A iniciativa, selecionada entre os mais de 1.250 projetos inscritos, detalha a rota para a neutralidade de carbono, baseando-se em um histórico de liderança do setor em sustentabilidade:

  • Emissões: o Brasil já emite 580 kg de CO2/t de cimento, abaixo da média global (610 kg/t).
  • Economia circular: o Brasil é um dos dois países com maiores adições de matérias-primas alternativas ao clínquer (componente principal do cimento) do mundo.
  • Energia limpa: 32% da matriz energética do setor vêm de combustíveis alternativos (biomassas e resíduos), índice inferior apenas ao da União Europeia.
  • Meta: atingir a neutralidade de carbono até 2050, por meio de instrumentos de remoções e compensações, como Soluções baseadas na Natureza (SbN).

O painel será apresentado no dia 15/11, no Pavilhão Brasil (Zona Verde), em Belém.

Cimento: indústria cresce e apresenta o Roadmap Netzero na COP30

As vendas de cimento em outubro totalizaram 6,3 milhões de toneladas, o que representa um crescimento de 7,1% em relação ao mesmo mês de 2024, segundo o Sindicato Nacional da Indústria do Cimento (SNIC).

No acumulado do ano (janeiro a outubro), os números alcançaram 56,6 milhões de toneladas, um aumento de 3,5% comparado a igual período do ano passado. O despacho de cimento por dia útil atingiu 252,3 mil toneladas, uma alta de 5,0% ante outubro de 2024.

Cimento: setor mantém alta acumulada

A indústria brasileira de cimento encerrou o terceiro trimestre de 2025 registrando uma comercialização de 6,1 milhões de toneladas em setembro, uma alta de 4,6% em relação ao mesmo mês de 2024. No acumulado do ano (janeiro a setembro), os números foram positivos, alcançando 50,3 milhões de toneladas, aumento de 3,0% comparado a igual período do ano passado.

Vendas de cimento recuam em agosto

 As vendas de cimento em agosto apresentaram queda, totalizando 6,0 milhões de toneladas, um recuo de 2,5% em relação ao mesmo mês de 2024. No entanto, no acumulado do ano (janeiro a agosto), os números permanecem em alta, alcançando 44,2 milhões de toneladas, um crescimento de 2,8% comparado ao mesmo período do ano passado. 

 

ABCP e SNIC no CNN Money

O presidente da ABCP e do SNIC, Paulo Camillo Penna, participou nesta tarde (7/8) de entrevista ao vivo no programa CNN Money, na qual destacou não apenas os bons resultados do mercado em julho (venda de 6,1 milhões de toneladas de cimento e aumento de 3,1% em comparação ao mesmo mês do ano passado), como o excelente desempenho da indústria no ano, com comercialização acumulada, nos sete primeiros meses, de 38,2 milhões de toneladas, uma alta de 3,7%.

“A gente credita isso, primeiro, ao bom desempenho do setor imobiliário. Além disso, o cimento tem forte correlação com massa salarial e há uma redução significativa do desemprego e um crescimento dos salários, o que vem impactando diretamente a performance da nossa indústria”, explicou.

Confira a entrevista completa:

Vendas de cimento têm alta em julho

A indústria brasileira de cimento iniciou o segundo semestre do ano com crescimento. Foram comercializadas 6,1 milhões de toneladas do produto em julho, um aumento de 3,1% em comparação ao mesmo mês do ano passado, de acordo com o Sindicato Nacional da Indústria de Cimento (SNIC). A comercialização no acumulado dos sete primeiros meses do ano fechou em 38,2 milhões de toneladas, uma alta de 3,7%.

 

Vendas de cimento têm alta em julho

A indústria brasileira de cimento iniciou o segundo semestre do ano com resultado positivo. Foram comercializadas 6,1 milhões de toneladas do produto em julho, um aumento de 3,1% em comparação ao mesmo mês do ano passado. A comercialização no acumulado dos sete primeiros meses do ano fechou em 38,2 milhões de toneladas, uma alta de 3,7%.

As principais razões para o avanço do consumo continuam sendo o setor imobiliário aquecido e o mercado de trabalho em expansão. O primeiro impulsionado principalmente pela ampliação do Minha Casa, Minha Vida (MCMV), cujas contratações continuam em ascensão, projetando superar a meta de 2 milhões de unidades estimadas para 2023-2026. O mercado de trabalho, por sua vez, tem apresentado recordes no número de empregos formais e na massa salarial, além de queda na taxa de desemprego.

O momento de otimismo é refletido na confiança do consumidor, principalmente pelas faixas de renda baixa e alta. O aumento em julho revelou uma melhora moderada das avaliações sobre o presente e o futuro.

No entanto, o cenário de juros elevados (15%) e a escassez de crédito atinge as expectativas do setor da construção em relação aos próximos meses, registrando o menor nível do índice de confiança da FGV desde junho de 2021. A alta da Selic começa a ser sentida no financiamento imobiliário. No acumulado até junho de 2025, o número de unidades financiadas para construção caiu 60,8% comparado com o mesmo período de 2024.

A confiança da indústria também foi impactada em julho, diante da expectativa de desaceleração da economia no curso do segundo semestre. A combinação entre a contração da política monetária e o aumento da incerteza, intensificada pelas novas taxações norte-americanas sobre produtos brasileiros, traz um cenário ainda mais desafiador para o setor industrial.

A atividade cimenteira, apesar de praticamente não ser exportadora e as importações serem modestas, pode ser afetada de forma indireta pelas tarifas de Donald Trump. As flutuações cambiais trazem uma preocupação adicional em relação ao aumento de custos de produção do cimento.

Em benefício de uma indústria de menor pegada de carbono e redução da pressão dos preços de insumos da commodity, o setor tem ampliado e investido fortemente em tecnologias como o coprocessamento. A atividade responsável pela transição energética substitui o combustível fóssil por resíduo industrial, comercial, doméstico e biomassas.

O coprocessamento atingiu sua melhor marca em 2023 (última medição realizada), substituindo 32% do coque de petróleo e antecipando em três anos a meta prevista. Foram 3,25 milhões de toneladas de resíduos coprocessados nesse ano, evitando ainda a emissão de 3,4 milhões de toneladas de dióxido de carbono (CO2) na atmosfera.

Nas vésperas da COP30, a indústria brasileira do cimento segue como uma das referências globais pela baixa emissão no seu processo produtivo, fruto de investimentos, majoritariamente ao longo das últimas duas décadas, em matérias-primas (adições) e combustíveis alternativos, bem como na melhoria da sua eficiência energética.

Em um cenário de mudanças climáticas cada vez mais intensas, rodovias, ruas e avenidas construídas com materiais duráveis e de baixo impacto no ambiente ganham papel central nas cidades e no planejamento logístico do país. Principalmente porque o Brasil enfrenta o desafio de expandir e qualificar sua malha viária para atender ao crescimento econômico e social. E o uso do concreto avança em todas as regiões como alternativa sustentável, destacando-se pela resistência, segurança e economia já na instalação e ao longo do ciclo de vida do pavimento.

Venda de cimento no país registra alta no primeiro semestre

A indústria do cimento fechou os primeiros seis meses do ano com desempenho positivo. A comercialização do insumo no País somou 32 milhões de toneladas, uma alta de 3,5 % em relação ao igual período de 2024.

O mês de junho atingiu 5,4 milhões de toneladas de vendas, registrando um recuo de 1,7% se comparado ao mesmo mês do ano anterior. Ao se analisar o despacho de cimento por dia útil, de 244,8 mil toneladas, há um crescimento de 0,5% sobre junho do ano passado e de 5,0% em relação ao primeiro semestre de 2024.

Os principais indutores do consumo de cimento permanecem sendo o setor imobiliário e o mercado de trabalho. Os lançamentos seguiram em expansão, impulsionados pelo programa Minha Casa, Minha Vida (MCMV). No primeiro trimestre, o MCMV respondeu por mais da metade dos imóveis residenciais lançados e apresentou alta de 40,9% nas vendas em comparação ao mesmo período de 2024. A nova faixa do programa trouxe nova perspectiva para o setor de edificações e elevou a confiança da construção.

Entretanto, a escassez de mão de obra qualificada, a crescente utilização do programa de habitação do governo para aquisição de imóveis usados e as dificuldades do acesso ao crédito que a alta taxa de juros impõe permanecem como os principais desafios do setor imobiliário. A elevação dos custos compromete a viabilidade de projetos, afetam o equilíbrio financeiro das obras e dificultam o planejamento de novos empreendimentos.

O mercado de trabalho continua aquecido e surpreende positivamente com a manutenção de um nível baixo do desemprego, os recordes do número de empregados com carteira assinada e a massa de rendimento.

Todavia, as perspectivas futuras se mostram mais modestas. Há um cenário de incertezas em relação à economia do país, incluindo o endividamento, a inadimplência das famílias e a Selic em patamares elevados (15%), além de uma menor confiança do consumidor, que cedeu em junho.

A mesma percepção mais pessimista foi identificada na confiança da indústria, que apresentou em junho sua maior queda no ano. Apesar da melhora dos estoques, percebe-se uma demanda mais fraca, indicando uma desaceleração da atividade e aumento da incerteza, que aliado com a política econômica contracionista pode significar um cenário de maior dificuldade para o segundo semestre.

No cenário externo, a instabilidade da economia global traz uma preocupação em relação ao aumento de custos de produção do cimento, principalmente do coque de petróleo, matéria-prima essencial na geração de energia no processo produtivo.

Para minimizar os impactos ambientais e a pressão dos preços do insumo, o uso de combustíveis alternativos nunca foi tão necessário. Nesse sentido, o setor cimenteiro tem investido fortemente em tecnologias como o coprocessamento. A atividade responsável pela transição energética substitui o combustível fóssil por resíduo industrial, comercial, doméstico e biomassas.

O coprocessamento atingiu sua melhor marca em 2023 (última medição realizada), antecipando a meta prevista em três anos. Foram 3,25 milhões de toneladas de resíduos coprocessados. A tecnologia evitou a emissão de aproximadamente 3,4 milhões de toneladas de dióxido de carbono (CO₂) na atmosfera em relação aos métodos mais tradicionais de produção.

Em um momento em que a crise climática se aprofunda, a urgência de ações se torna mais necessária do que nunca, em especial no ano em que o Brasil será o centro das atenções na agenda ambiental ao sediar a 30ª Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas – COP30.

A indústria brasileira do cimento está à frente dos debates do Plano Clima, que será apresentado na COP30 como uma das referências globais pela baixa emissão no seu processo produtivo, fruto de investimentos, majoritariamente ao longo das últimas duas décadas, em matérias-primas (adições) e combustíveis alternativos (coprocessamento), bem como na melhoria da sua eficiência energética.

O setor está trabalhando junto ao governo na elaboração de metas setoriais contemplando tanto a descarbonização industrial quanto o crescimento econômico do setor, para atender à demanda de infraestrutura e habitação, essenciais para o desenvolvimento socioeconômico do país. Prossegue ainda na atualização do Roadmap da Indústria do Cimento, buscando a neutralidade de suas emissões.

Ainda na esfera federal, a indústria participa ativamente da Missão 5 da Nova Indústria Brasil (NIB), cujas diretrizes contemplam Descarbonização, Transição Energética e Bioeconomia. Atuando junto com a indústria de base, o setor vem apresentando uma série de medidas necessárias para acelerar a redução das emissões de gases do efeito estufa (GEE). Isso sem deixar de citar o importante processo de regulamentação do Sistema Brasileiro de Comércio de Emissões – Mercado de Carbono, que também contou com a articulação da indústria brasileira do cimento.